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Google Pixel Watch: O smartwatch que queremos ver!

Google Pixel Watch: O smartwatch que queremos ver! – O Google Wear OS, parece estar a receber mais atenção da gigante da pesquisa, nos últimos meses! Isto, depois de muitos anos, em que os fãs do mundo de smartwatches Google, mostraram o seu descontentamento, devido ao inegável abandono da plataforma, enquanto a Apple melhorava o seu Apple Watch ano após ano.

Ora bem, este redobrada atenção, aliada à recente aquisição de tecnologia Fossil, leva-nos a crer, que o tão esperado Pixel Watch, não está assim tão longe de se tornar uma realidade!



Google Pixel Watch:

E tendo em conta que a gama de smartphones Pixel, existe apenas e só para demonstrar aquilo que o Android é capaz. Vamos assumir que o relógio Pixel, será exatamente o mesmo para o Wear OS.

Mas no fundo, afinal o que queremos receber no Pixel Watch?

Portanto, o Pixel Watch é o primeiro smartwatch ‘designed by Google’. Que curiosamente, segundo vários ‘leaks’, deveria ter sido lançado lado a lado com os Pixel 3. Aliás, já foram encontradas várias menções a este aparelho, no Wear OS e Android.

O que nos faz sonhar um pouco… Por isso, vamos listar tudo aquilo que gostaríamos de ver, naquele que poderá muito bem ser o grande rival ao Apple Watch.

1. Um design de fazer perder o fôlego

Google Pixel Watch:

Queremos um relógio inteligente, que não tenha obrigatoriamente de parecer algo super tecnológico. E na minha opinião, é aqui que entra a Fossil.

O Fossil Sport, e até vários relógios da mesma fabricante, como o Skagen Falster 2, ou o Fossil Explorist, combinam excelentes designs, com uma versão do Wear OS, bastante mais eficiente e fluida.

São relógios, que à primeira vista, parecem um relógio ‘normal’ lindíssimo, mas que depois impressionam com as suas capacidades ‘smart’.

Afinal de contas, se vai gastar uma quantidade significativa de dinheiro num smartwatch, quer que ele fique bem no seu pulso.

2. Um aumento de performance!

Google Pixel Watch:

Enquanto a Samsung equipa os seus relógios com processadores Exynos, a Huawei com processadores Kirin e a Apple, com as suas próprias soluções, derivadas dos processadores do iPhone.

Os relógios Wear OS, estão dependentes dos processadores Snapdragon Wear da Qualcomm… E verdade seja dita, a fabricante de micro-processadores, tem zero vontade de apostar neste mercado.

Prova disso, é o mais recente Wear 3100, que apesar de já ter um ano no mercado… Ainda só existe em 2 ou 3 relógios. E sabem porquê? A performance deste SoC, é exatamente a mesma do Wear 2100, que por sua vez, é exatamente a mesma do SoC SD400.

Isto já para não falar da quantidade de memória RAM, nestes produtos… 512MB não é o suficiente, queremos ver pelo menos 1GB de memória.

3 – Coroa Digital ou Margem Rotativa

Google Pixel Watch:

Algo que nos conquista imediatamente no Samsung Galaxy Watch, Gear S3 e Gear Sport, é sem dúvida a maneira como interagimos com o relógio. Aquela ‘margem rotativa’ parece que nos chama, para mexer no relógio, mesmo que seja só para brincar.

Contudo, este design deve estar patenteado até ao tutano pela Samsung, por isso, não o espero vê-lo tão cedo, noutros relógios.

O que nos deixa a Coroa Digital!

Algo que sem dúvida me conquistou, nos Fossil Sport, e que na verdade, é um design muito mais clássico, que nos faz lembrar um relógio normal, que poderia usar no dia-a-dia.

4. Sensor de Impressão Digital no ecrã

Google Pixel Watch:

Se a Google quer realmente fazer sucesso com o seu Pixel Watch… Nada melhor que pegar na recente tecnologia de impressão digital no ecrã, e levá-la para o mundo dos relógios inteligente.

Seria algo que não chocaria com o design do relógio, e que ofereceria uma camada de protecção brutal, especialmente nos pagamentos ‘contactless’.

Claro que a introdução do sensor, poderia aumentar a grossura do relógio, e provavelmente elevar bastante o preço. Mas em boa verdade, se a Google me mete a frente um relógio assim, muito dificilmente o meu cartão multibanco, ficará dentro da carteira.

5. À prova de água

A maioria dos utilizadores de smartwatches, quer ter capacidades desportivas. E para isso, nada melhor que ter uma certificação alta, contra pó e água. E não estou a falar de certificações para salpicos. Queremos ir nadar com o relógio! E quem sabe, tomar banho com ele.

6. Pelo menos 2/3 dias de autonomia

Google Pixel Watch:

Uma das maiores razões, para os smartwatches não serem algo essencial, no pulso de qualquer ‘techie’. A maioria, tem de ser carregada todos os dias.



É necessário tornar o Wear OS mais eficiente, tanto a nível de desempenho, como a nível de consumo de energia. O que provavelmente pede um novo SoC… Mas se a Qualcomm não tem interesse, tem de existir uma solução de outro lado.

Desenrasca-te Google!

7. NFC

Algo que é obviamente obrigatório, mas que no entanto, muitos fabricantes decidem não implementar… O chip NFC, para possibilitar pagamentos. É verdade que o Google Pay ainda não chegou a todo o lado, mas é inegavelmente o futuro.

Imagine que vai correr, só com o relógio, e por acaso fica com sede… Não tem dinheiro? Não há problema! Vá lá comprar a garrafa de água e pague com o relógio!

8. Uma melhoria na performance desportiva

Na verdade, os relógios Wear OS, não são nem de perto nem de longe, os melhores relógios para fitness. É verdade que são competentes, mas há muito trabalhinho a ser feito no sistema operativo.

Queremos ver o Pixel Watch a competir diretamente com os relógios da Garmin, e claro, com o Apple Watch, nesta vertente.


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Nuno Miguel Oliveirahttps://www.facebook.com/theGeekDomz/
Desde muito novo que me interessei por computadores e tecnologia no geral, tive o meu primeiro PC aos 10 anos e aos 15 anos montei a minha primeira torre, desde aí nunca mais parei. Tudo o que seja tecnologia, estou na fila da frente para saber mais.

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