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Placas Gráficas NVIDIA GeForce RTX ‘Turing’ – Novos detalhes!

Novas características da nova arquitetura NVIDIA Turing chegaram hoje a público! Os novos detalhes mostram finalmente o que realmente está diferente em relação à antiga arquitetura ‘Pascal’, e também que novas técnicas a NVIDIA vai utilizar para oferecer a melhor experiência Gaming possível ao utilizador.

Placas Gráficas Turing GeForce RTX – Mais performance, melhor compressão de memória e novas funcionalidades focadas no Gaming!

Primeiramente, temos de olhar para a parte mais significante do GPU Turing, os ‘Turing SM’, ou seja, um núcleo de processamento gráfico totalmente repensado. Em suma, estes núcleos são feitos de uma combinação de INT32, FP32 e ainda os novos núcleos Tensor. Dito isto, cada ‘SM’ tem 96KB de memória cache L1, que é partilhada por todo o GPU.

O novo design arquitetural, permite a esta arquitetura executar operações de virgula flutuante e não virgula flutuante em paralelo! Oferecendo um aumento de 36% na performance deste tipo de operações. Toda a ‘SM’ funciona em harmonia, ao usar diferentes blocos para oferecer mais performance e cache de texturas! Garantindo assim um aumento de 50% na performance dos núcleos CUDA em comparação com a geração anterior.

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Afinal que GPU usa cada placa RTX?

Esta é a primeira vez que a NVIDIA lança a placa ‘Ti’ ao mesmo tempo da placa **80 e **70! Similarmente, também é a primeira vez que lança três placas, cada uma com um GPU diferente.

  • RTX 2080 Ti – TU102
  • RTX 2080 – TU104
  • RTX 2070 – TU106

Em suma, enquanto estes GPUs são similares no design, as configurações são bastante diferentes! Dito isto, são designs que deixam muito espaço à NVIDIA para expandir no futuro.

Ou seja, a RTX 2080 Ti não é baseada no GPU TU102 completo, e a RTX 2080 também não usa na sua totalidade o GPU TU104! Apenas a RTX 2070 usa totalmente o GPU em que se baseia, o Turing TU106.

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Em paralelo, estes GPUs são GIGANTESCOS em comparação à antiga geração! Isto, utilizando o mais pequeno e eficiente processo de 12nm!

Tudo devido às unidades de execução INT32 e núcleos Tensor que não existem nas placas gráficas Pascal. Por isso, o GPU TU106 que sucede o GP106 consegue mais que duplicar o tamanho do seu antecessor. (445mm2 vs 200mm2).

Dito isto, o GP106 foi usado na placa gráfica de média gama GTX 1060… No entanto, desta vez é a RTX 2070 que utiliza o TU106! Será que é um chip de média gama com um preço inflacionado?

Talvez não! Afinal de contas, tem melhores especificações que o GP104 que é o motor da GTX 1070! Isto com mais núcleos, melhores frequências, memória mais rápida, entre outras coisas.

Além disto, tem o dobro dos núcleos de processamento da GTX 1060.

GPU – NVIDIA Turing TU102

O TU102 é constituído por 6 grupos de processamento, com 6 unidades SM em cada um. Ou seja, 36 SMs que perfazem um total de 4608 núcleos num pacote de 18.6 mil milhões de transistores.

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GPU – NVIDIA Turing TU104

O TU104 é constituído por 6 grupos de processamento, com 4 unidades SM em cada um. Ou seja, 24 SMs que perfazem um total de 3072 núcleos num pacote de 13.6 mil milhões de transistores.

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GPU – NVIDIA Turing TU106

O TU106 é constituído por 3 grupos de processamento, com 6 unidades SM em cada um. Ou seja, 18 SMs que perfazem um total de 2304 núcleos num pacote de 10.6 mil milhões de transistores.

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Em termos de performance ‘shading’ que é um resultado direto da melhoria do design dos núcleos e da re-imaginação da arquitetura… O GPU Turing oferece em média um aumento de 50% de performance em comparação com a antiga arquitetura.

É preciso dizer que isto são ganhos puramente a ver com refinamentos arquiteturais! Nem sequer estamos a ter em conta outros benefícios de tecnologias que chegam agora ao mercado pelas mãos dos GPUs ‘Turing’. Que deverão aumentar ainda mais a performance, como podemos ver pelos resultados da tecnologia DLSS.

Mais largura de banda para a memória! Mais 50% em relação à geração anterior.

Depois de grandes melhorias na arquitetura Pascal em relação à arquitetura Maxwell, a NVIDIA aumentou ainda mais o nível! Ao melhorar significativamente a compressão de memória, garantindo mais uma vez um aumento de 50% em comparação com a geração anterior.

Em suma, a velhinha GeForce GTX 1080 Ti teve um ‘boost’ dos 484.4GB/s para os 1.2 TB/s de largura de banda, ao usar estes algoritmos! Pois bem, apenas conseguimos imaginar o resultado nas novas placas.

Conclusão

Ainda falta um pouco até as reviews oficiais saírem a público… Vamos ter de esperar até pelo menos dia 19 de Setembro. Mas com tudo o que já saiu a público, o que acha das novas placas? Partilhe connosco a sua opinião nos comentários em baixo!

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Nuno Miguel Oliveirahttps://www.facebook.com/theGeekDomz/
Desde muito novo que me interessei por computadores e tecnologia no geral, tive o meu primeiro PC aos 10 anos e aos 15 anos montei a minha primeira torre, desde aí nunca mais parei. Tudo o que seja tecnologia, estou na fila da frente para saber mais.

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