(Análise) A Plague Tale: Innocence – De onde vem tanto rato!?

Desenvolvido pelo estúdio Asobo, o titulo “A Plague Tale” remonta a um história que se passa no Século XIV em França.

Dividido em vários capítulos traiçoeiros, cada jogador terá de enfrentar dois grandes problemas… A praga de ratos que provoca doenças como a peste! E como se isto não fosse suficiente, a guerra com a Grã-Bretanha.

Análise “A Plague Tale”: A história e as personagens principais.

As personagens principais de “A Plague Tale”, são os dois irmãos Amicia e Hugo. Uma dupla, que ao longo do jogo terá de sobreviver à peste negra proveniente da praga de ratos e ainda às inquisições.

Dito isto, quando começamos o jogo, entramos na pele da personagem Amicia (que dos dois irmãos, é a mais velha). Que após ambos os pais terem sido assassinados pelos Ingleses, tem como principal objectivo fugir em busca de alguém que possa tratar Hugo! (Que aparentemente e muito infelizmente, também se encontra infectado pela peste negra.)


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Contudo, A Plague Tale não fica por aqui!

Durante o nosso percurso, vamos também encontrar algumas outras personagens como Lucas, e ainda uma dupla de ladrões que nos ajudarão a lidar com alguns problemas durante a nossa jornada épica.

Nomeadamente, com pragas de ratos que teremos de contornar, ou membros da inquisição que vamos ter de matar… Sim, estes irmãos vão ter de meter as mãos à obra, se querem sobreviver!

Os cenários que temos de enfrentar, são sem dúvida de uma vasta destruição e morte.

Onde, em boa verdade, a inocência de uma criança contrasta com a extrema violência em muitos dos cenários. Um claro exemplo disso mesmo, é que a dado momento no jogo, teremos atravessar um campo repleto de cadáveres.

Análise a “A Plague Tale”: Gráficos do jogo e jogabilidade

Curiosamente, estava à espera de muito menos! Mas na verdade temos de admitir que os gráficos são realmente impressionantes. O jogo em si foca-se bastante no modo furtivo. O que em praticamente todos os cenários destaca tanto as personagens como os ratos ou os soldados inimigos. E tudo isto com gráficos fantásticos como poder ver pelas imagens em baixo.

Os cenários estão bem pensados, e puxam pelo hardware da ‘velhinha’ PlayStation 4, de uma forma que muitos poderiam pensar não ser possível! Ainda por cima, quando não estamos aqui a falar de um típico jogo AAA.

A nível de jogabilidade, ‘A Plague Tale’ para além de ter controles bastante acessíveis, tem objectivos bastante interessantes em todos os seus capítulos, o que nos faz querer sempre jogar mais e mais, com o grande objetivo, de salvar as personagens principais.

Análise a “A Plague Tale”: Armas de Combate

As armas não serão muitas, nem têm de ser… Este é um jogo de sobrevivência, que tem como grande objetivo, fazer o jogador puxar pela cabeça, de forma a utilizar os poucos recursos que tem disponíveis.

Afinal de contas, Amicia começará o jogo apenas com uma fisga e algumas pedras. Mas à medida que vai avançando na sua jornada, irá encontrar um alquimista que a vai ajudar e muito no desenvolvimento da sua arma.

Esta fisga será utilizada maioritariamente para causar distracções aos soldados ingleses ou até mesmo para matá-los, com algo que até tem alguma piada dizer… Uma valente pedrada na cabeça!

Análise a “A Plague Tale”: A Praga de Ratos

A maior ameaça do jogo é sem dúvida a praga de ratos presente em praticamente todos os cenários. E mesmo que o grupo seja composto por poucos ratos, eles ainda assim têm a capacidade de se mover apenas como um só e de uma forma atemorizante.

No entanto, existe uma maneira de combatê-los!

Para ultrapassar os grupos de ratos é importante que tenhamos sempre por perto uma fonte de luz. Porque ao fim ao cabo, eles não a suportam. Ainda assim, é preciso cuidado, porque nem todas as fontes de luz são permanentes, como é o caso das tochas.

A Plague Tale

Análise a “A Plague Tale”: Conclusão  

Ao longo do jogo podemos reparar que existem cenas demasiados violentas para um adulto ver, quanto mais para duas simples crianças… Ou seja, como já deve ter percebido, tanto Amicia como Hugo terão de enfrentar eventos horríveis.

Para mim e para qualquer jogador que está habituado a um bom jogo de guerra não será nada difícil matar um soldado inimigo. No entanto, para Amicia é a primeira vez e durante o jogo se pararmos e observamos o seu comportamento perceberemos o quão aterrorizada ela fica com as suas próprias acções.

Em suma, ao longo do jogo teremos de tomar algumas decisões bem complicadas. O que fará com que o psicológico da nossa personagem fique alterado. Obrigando-a a cometer loucuras em nome da sobrevivência.

A Plague Tale: Inoccence tem cerca de 10/15 horas de jogo divididos em 16 capítulos. Se quiser saber mais sobre o jogo, clique aqui.

Classificação: 8,5/10

  • Um jogo interessante, com personagens fortes que puxam pelo jogador! Mas que no entanto, conta com uma jogabilidade por vezes demasiado simples. E que em boa verdade, também pede um modo ‘New Game+’.

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