Valve diz bye-bye a 13 colaboradores que trabalhavam em RV


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Nos últimos meses, muitos empregos foram à vida na indústria dos videojogos. A propósito disto, a Valve tornou-se na mais recente empresa a despedir alguns funcionários. A empresa confirmou que demitiu um número indeterminado de contratados. A eles juntam-se treze trabalhadores a full-time. Muitos deles estavam a desenvolver hardware de realidade virtual.

A revelação da Valve começou numa página descoberta pelo site UploadVR

O site UploadVR encontrou uma página no site da Valve que listava os funcionários atuais. Nessa lista faltavam nove funcionários. No entanto, eles ainda estavam presentes no final de janeiro. Entretanto vários desses indivíduos utilizaram as sociais para revelarem que não trabalhavam mais para a empresa.

Assim Nat Brown, que trabalhava na Steam ao nível do suporte para placas gráficas externas, afirmou que parou de trabalhar na Valve a 7 de fevereiro. Entretanto, outro ex-trabalhador, Rob Rydberg, que trabalhou no departamento de realidade virtual, usou o LinkedIn para revelar que também havia saído em fevereiro. Pelo menos quatro dos funcionários que foram dispensados ​​vieram da equipe de engenharia de hardware da Valve, trabalhando em produtos como o headset de RV da Valve.

Embora tenha havido despedimentos noutras empresas especializadas em RV, a Valve afirmou que as demissões não significam cortes nos projetos de realidade virtual.

“No mês passado, 13 funcionários em full-time foram demitidos e uma parte dos nossos contratos foram rescindidos”, afirmou um porta-voz. “É uma parte infeliz dos negócios, mas não representa grandes mudanças na empresa. Agradecemos aos afetados pela sua contribuição e desejamos boa sorte em futuros empreendimentos.”

Em fevereiro, a Activision afirmou que ia demitir 775 pessoas, ou cerca de 8 por cento da sua força de trabalho. Já a EA revelou que vai acabar com o seu estúdio FireMonkeys na Austrália. Ironicamente, os responsáveis de ambas as empresas apareceram na lista dos 100 CEOs mais bem pagos.

De facto são estranhos todos estes cortes que têm surgido em diversas empresas ligadas À produção de jogos. O que acha destes despedimentos? Será um mero ajuste na empresa?

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