MacBook Neo 2: O fim do Windows como o conhecemos? – Se achavas que o Windows estava seguro no trono dos portáteis, é melhor pensares duas vezes. Afinal de contas, desde que a Apple lançou o MacBook Neo, o mercado nunca mais foi o mesmo! Os especialistas estão fartos de elogiar o esforço da Apple, e de facto, os consumidores estão a apresentar uma atitude que é sempre rara: estão dispostos a dar o salto para o ecossistema da Apple.
Mas a realidade é que, se o MacBook Neo não te convence com os seus 8GB de memória RAM, é preciso ter em conta que a Apple já está a preparar a segunda versão, que por sua vez deve dar o salto para os 12GB de memória RAM.
8GB é obviamente pouco em 2026. 12GB? Não é incrível, mas já adoça a boca.
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Aqui na Leak, acompanhamos de perto esta guerra, e a realidade é um soco no estômago para quem continua a insistir em hardware ultrapassado.
O sucesso do Neo e o pânico da Microsoft!

O MacBook Neo original tem sido um fenómeno de vendas e está constantemente esgotado. Por cerca de 600 euros, a Apple oferece uma experiência que os portáteis Windows nessa gama de preço simplesmente não conseguem bater.
A Apple não oferece muita memória (seja RAM ou armazenamento), mas oferece uma qualidade de construção que pura e simplesmente não existe nesta gama de preço dentro do mundo Windows. E talvez mais importante que isso, um processador capaz de entregar performance e fluidez. É uma máquina brutal para o preço que custa.
Mas o problema é o que vem a seguir.
MacBook Neo 2
A Apple nunca é incrível num produto de primeira geração. Podem ser interessantes, podem ser até superiores a vários rivais. Mas é na segunda geração que se percebe muito bem aquilo que a fabricante planeia fazer.
Dito tudo isto, se o MacBook Neo aproveita o SoC do iPhone 16 Pro, o MacBook Neo 2 vai obviamente fazer o mesmo com o SoC do iPhone 17 Pro.

Ou seja, como já dissemos no passado, o Neo resulta de um aproveitamento de chips “binned” produzidos a pensar no iPhone. Esses chips não eram bons o suficiente para dar vida ao smartphone topo de gama da Apple, mas são mais do que bons para dar vida a um portátil de entrada de gama.
Assim, se o A18 Pro do iPhone 16 Pro com 8GB de memória RAM deu origem ao MacBook Neo 1, é fácil chegar à conclusão que o A19 Pro do iPhone 17 Pro com 12GB de memória RAM vai dar origem ao MacBook Neo 2.
Mas além de mais performance e mais 4GB de memória RAM, também é esperado que a Apple equipe o seu portátil com um SSD mais rápido. Corrigindo assim todas as queixas dos utilizadores em uma única geração.
Curiosamente, como o MacBook Neo está sempre esgotado, é até possível que a Apple lance a versão 2 mais cedo. Porque, como é óbvio, se já existem processadores A19 Pro para usar, a marca não vai pagar à TSMC para produzir mais chips A18 Pro que são antigos e caros.
Mas o ataque ao Windows não vem só da Apple
O Linux está a fazer um regresso triunfal, especialmente com marcas como a Framework a venderem portáteis já com Linux pré-instalado. Isto permite que o utilizador comum tenha uma experiência estável e rápida sem ter de ser um “mestre” da informática para configurar o sistema. Até nomes grandes do mundo tech afirmam que, depois de experimentarem o Linux atual, não voltam ao Windows por nada.
A minha visão? A Microsoft está a ser atacada em duas frentes, e ainda bem que assim é. Ou seja, pela eficiência da Apple e pela liberdade do Linux. É excelente para nós, consumidores, porque obriga toda a gente a trabalhar melhor. A Microsoft está finalmente a ser forçada a otimizar a RAM e a redesenhar o sistema com a nova versão K1. No final do dia, ou o Windows evolui a sério, ou o Neo 2 vai tratar de o arrumar num canto da história.




