Googlebook: É a “armada” de parceiros que quer dar um pontapé no MacBook Neo da Apple. Com uma especial atenção para a Intel e para a Google – Antes de mais nada, ninguém tinha este anúncio no seu “cartão de bingo” para a edição I/O do Android Show, mas a Google acaba de lançar um desafio direto à Apple.
Chama-se Googlebook, corre um novo sistema operativo e tem o apoio total da Intel e dos maiores pesos pesados do mundo PC.
Mas… Será que fundir o Chrome OS com o Android é suficiente para roubar o trono à Apple ou é apenas mais uma tentativa de criar um híbrido que não agrada a ninguém?
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Intel e Google: Uma parceria “emocionante” (e muito calculada)!

A Intel não perdeu tempo e confirmou que está “radiante” por ser a parceira da Google neste projeto, possivelmente utilizando os novos chips Wildcat Lake. Não estamos a falar apenas de um portátil isolado; marcas como a ASUS, Dell, Lenovo, HP e Acer já estão na linha da frente para lançar as suas versões deste hardware. Na realidade, isto é uma manobra de pinça coordenada entre a Intel e a Google para travar o avanço imparável dos chips da Apple no mercado premium.
Aluminum OS: Quando o Chrome OS e o Android se tornam um só
O coração deste Googlebook é o Aluminum OS, uma fusão entre o Chrome OS e o Android que coloca a inteligência artificial Gemini no centro de tudo.
Entre as novidades mais interessantes está o “Magic Pointer”, um cursor inteligente que usa IA para fornecer sugestões contextuais, resumos de conteúdo e acionar tarefas multimodais de forma instantânea. Além disso, a integração promete ser total, permitindo aceder a aplicações e ficheiros do telemóvel diretamente no ecrã do portátil.

Design Premium e o objetivo dos 600 euros
Para combater o MacBook Neo, a Google exige construções de alta qualidade e um pormenor visual distintivo: uma barra de luz na tampa. No entanto, o grande trunfo tem de ser o preço. Se algum destes parceiros conseguir colocar um Googlebook no mercado à volta dos 600 euros, a Apple vai ter um problema sério em mãos.
Afinal, se as pessoas saltam para um MacBook barato, porque não para um portátil Google também ele barato, e aparentemente um pouco superior?
Nada é por acaso e a Google sabe que a única forma de vencer o ecossistema fechado da Apple é através de um preço agressivo e de uma facilidade de desenvolvimento que permita portar apps de smartphone com o mínimo esforço.
A minha visão? A ideia de fundir o Android com o Chrome OS no “Aluminum OS” é o passo que a Google devia ter dado há cinco anos. O hardware parece promissor e ter a Intel por trás garante a performance necessária, mas o diabo está nos detalhes.
Temos de aguardar para ver como a coisa corre. Mas há potencial.




