Quando a DIGI entrou no mercado português, há quase dois anos, a verdade é que provocou um autêntico tsunami no mundo das telecomunicações. A operadora romena sacudiu um mercado que estava acomodado e forçou toda a gente a baixar os preços. Uma gigante vitória para os Portugueses, que nos dias que correm podem assinar um tarifário com 50GB dados móveis mensais por 4€.
Mas, nem tudo foram rosas e o arranque ficou muito longe de ser perfeito. A cobertura móvel era insuficiente e a fibra demorou a aparecer. No entanto, em 2026, o cenário está (lentamente) a mudar de figura. A DIGI tem investido forte na modernização da sua infraestrutura e os resultados estão finalmente à vista de todos.
O fim das zonas sem sinal? Do Metro aos Centros Comerciais!

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Como é óbvio, não há milagres. Ou seja, para ter rede, é preciso investir em antenas. Graças a testes regulares feitos por técnicos como Ricardo Saraiva, temos visto uma evolução sistemática da rede móvel da operadora.
Ou seja, onde antes havia “pontos cegos”, hoje já existe sinal estável. As grandes novidades são:
- Metro de Lisboa: Uma das maiores lacunas da operadora está finalmente a ser resolvida, com a chegada da cobertura à rede de metropolitano.
- Grandes superfícies: Centros comerciais como o Colombo, Vasco da Gama e Strada Outlet já têm cobertura confirmada. (Incluindo estacionamento).
- Onde ainda falha: Nem tudo é perfeito, e o Loures Shopping, por exemplo, continua a apresentar algumas dificuldades de rede.
Mais do que cobertura: Estabilidade no 4G e 5G!
Para além de chegar a mais sítios, a DIGI está a injetar novas frequências e tecnologias nas suas redes 4G e 5G. Isto traduz-se em velocidades de dados mais altas e, acima de tudo, numa ligação que não “engonha” em situações de uso intenso.
A minha visão? A DIGI percebeu que o preço baixo já não chegava para convencer os utilizadores mais exigentes.
O soco no estômago da má cobertura inicial está a ser curado com investimento real no terreno. Um investimento que as grandes deixaram, aos poucos, de fazer. Ou seja, se há operadora a gastar dinheiro em infraestrutura a sério em 2026, é a DIGI.
Dito tudo isto, se continuarem a fechar os pontos cegos com esta rapidez, as operadoras tradicionais vão ter de fazer muito mais do que apenas baixar mensalidades para segurar os clientes. O “fiel tuga” quer pagar pouco, mas quer ter rede no Colombo e no Metro, e a DIGI está finalmente a entregar isso.




