Afinal como se porta a NVIDIA GTX 1080 com Ray Tracing ativo?

NVIDIA RTX

Como noticiámos há alguns dias, a NVIDIA cumpriu o que prometeu, e estendeu o suporte ao DXR (Ray Tracing em tempo real), às placas mais antigas, GTX 10, mas também às muito recentes GTX 16, baseadas na arquitetura Turing.

Portanto, a partir da atualização de drivers mais recente, GeForce Game Ready… O RTX consegue chegar até às GeForce GTX 1060 de 6GB!



Mas como deve imaginar, o facto destas placas suportarem a tecnologia, não quer dizer que o façam bem.

GTX 1080 com

As métricas de performance que a NVIDIA partilhou aquando do lançamento da funcionalidade, eram muito focadas na resolução de 1440p. Mas tendo em conta que as GTX nunca foram pensadas para funcionarem com o DXR, é bastante mais interessante, perceber que tipo de performance irão ter em 1080p.

Que em boa verdade, é a resolução mais comum do mercado…

Portanto, vamos olhar um pouco para os resultados, num sistema Z370, com um CPU Core i9-9900K, para ver como se portam as RTX 2060, GTX 1080 e finalmente a muito recente GTX 1660.

Em suma, a RTX mais barata, uma das antigas Best-Seller da geração passada, e finalmente a placa gráfica mais barata ‘Turing’.

Conclusão

O Ray-Tracing funciona! No entanto, o decréscimo de performance é real, quando tentamos puxar mais pelos efeitos DXR, nas placas mais antigas.

E é também aqui, que começamos a ver o porquê da NVIDIA ter trabalhado tanto na arquitetura Turing! E de ter assim, decidido adicionar os núcleos RT, às placas RTX 20.

Contudo, ainda assim, acaba por ser bastante curioso, que a ‘velhinha’ GeForce GTX 1080, ainda consiga níveis de performance ‘decentes’, na nova tecnologia Ray Tracing. Conseguindo por vezes, chegar aos 60FPS, em 1080pHIGH com o DXR nas definições ‘Médias’.


Ademais, o que pensa sobre tudo isto? Já experimentou o DXR na sua NVIDIA GeForce GTX 10? Partilhe connosco a sua experiência, nos comentários em baixo!

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