Se achavas que o design selado e impossível de reparar do iPhone era uma daquelas coisas “gravadas na pedra”, a União Europeia apareceu com um plano para te provar o contrário. Ou seja, o braço de ferro entre Bruxelas e as gigantes tecnológicas acaba de ganhar um novo capítulo, e o objetivo é claro! Até 2027, todos os smartphones, incluindo o iPhone, terão de ter baterias que o utilizador possa remover e trocar com facilidade.
Uma medida que faz parte de uma estratégia muito maior de sustentabilidade e do “direito à reparação”. Mas, não te deixes enganar, porque a Apple também não anda a brincar.
iPhone em 2027: O fim do design “unibody” como o conhecemos?
Claro que não. Sim, a EU foi capaz de fazer algumas coisas que irritaram a Apple. Como foi a adoção do USB-C, ou a abertura do ecossistema de apps.
Mas, neste caso mais específico, existem exceções à regra que vão apanhar 99% dos smartphones premium do mercado. Onde claro está, temos de incluir o iPhone. Aquele que é provavelmente o aparelho com mais status, e com maiores níveis de popularidade. Ou seja, se um smartphone garantir resistência a pó e água, ou garantir que a bateria mantém pelos menos 80% da sua capacidade original após 1000 ciclos, está isento destas “novas” regras.
Consegues adivinhar que smartphone já garantiu algo muito similar ao mencionado em cima? Pois, foi o iPhone 17. As grandes fabricantes já começaram a adaptar-se para o que vem aí.
Isto vai ter algum impacto no mercado?
Sim, vai. O mundo mobile é muito mais que o iPhone, ou os smartphones Android mais caros. Todos os smartphones vão ter de seguir as regras, se não entrarem dentro das exceções mencionadas em cima. Isto significa que todos os aparelhos de gama baixa ou gama média vou ter de mudar, ou então, garantir o que dissemos em cima.
Vai ser giro de se ver.








