Cuidado! Os Airpods chineses são mesmo muito perigosos!


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A revista francesa “60 million consumers” experimentou vários AirPods chineses. O resultado final: baixa qualidade e volume do som muito acima do nível máximo recomendado. Dito isto, são perigoso para a audição.

Os AirPods da Apple são os líderes indiscutíveis no mercado de auscultadores. Aliás, exemplo disso, é que os auscultadores da Apple mantêm a primeira posição com 45% de participação de mercado. A tentarem apoiar-se nesse sucesso para ganharem algo com ele, estão diversos fabricantes que produzem clones com um preço muito mais baixo.

Airpods chineses

Cuidado! Os Airpods chineses são muito perigosos!

É verdade que as apostas da Apple não são baratas. De facto, o modelo mais básico custa 179 Euros na GMS Store, enquanto o modelo Pro custa 279 Euros. No entanto, como se costuma dizer a qualidade tem um preço. Os outros que se vendem por 20 ou 30 Euros, nunca na vida nos poderão oferecer o mesmo.

A revista “60 million consumers” decidiu analisar estas imitações de baixo custo, que são muito apreciadas por alguns influenciadores e Youtubers. Como a revista especifica, de facto, estes auriculares são promovidos regularmente por diversos meios, como parte do conteúdo patrocinado e até conseguem imitar com alguma perfeição as apostas da Apple. Pelo menos à vista. Uns copiam o design, tal e qual, outros integram cópias do chip H1 da Apple.

Airpods chineses

Para este teste, a revista encomendou 7 pares diferentes de AirPods falsos. Dos 7, apenas 4 chegaram à redação, os outros três desapareceram misteriosamente entre a China e a França. E desses 4, uma unidade simplesmente não funcionou. Portanto, sem escolha, os jornalistas voltaram-se para os únicos três pares funcionais que possuíam.

O veredicto final: a qualidade do som é medíocre, mas um dos modelos chega até ser mesmo perigoso para a audição dos utilizadores, com um volume máximo que excede os padrões em vigor em 10 decibéis. Como a revista sugere, este é um dos principais problemas com estas falsificações, que raramente dão resposta aos padrões de segurança.

Sem surpresa, a revista não recomenda nenhum dos três dispositivos testados. De facto, o que aconselha é que os consumidores tomem cuidado ao comprar auscultadores sem fios. O melhor ainda é avançar para marcas reconhecidas, certamente mais caras, mas que respeitam os padrões de segurança.

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