(Análise) Creative Katana: Uma soundbar BRUTAL para o seu PC



A soundbar já domina o mundo do áudio para TV há algum tempo, oferecendo um excelente equilíbrio entre preço, qualidade e espaço ocupado na sua sala de estar. Mas já pensou que o mesmo poderia acontecer no seu PC? Reformando o antigo setup de duas colunas que sempre teve, para meter uma única ‘barra de som’ com RGB até dizer chega? Pois bem, foi o que eu fiz… E que decisão que foi!



(Análise) Creative Katana: Uma soundbar BRUTAL para o seu PC

creative katanaA Creative sempre foi e continua a ser um dos pesos pesados no som, especialmente se valoriza muita qualidade a bom preço.

Por isso, a marca decidiu pegar na ‘moda’ do mundo das TVs, para experimentar fazer algo realmente fora da caixa para a secretária do seu PC. Mas aqui temos de ter algo em conta… As limitações de espaço entre uma secretária ou espaço gaming, e uma sala de estar não são as mesmas, especialmente porque este espaço é só seu (na grande maioria das vezes), e por isso faz o que bem entender, algo que poderá não ser dito da sala da sua casa. É exatamente por isso que muitos utilizadores continuam a preferir o velhinho setup de 2 colunas ou 2 colunas e um subwoofer.

Mas depois desta aposta da Creative, talvez valha a pena meter esta alternativa em consideração!

Design

creative katana

Como é óbvio, existem muitas soundbars no mercado pequenas o suficiente para serem postas de baixo de um monitor de 24”, 27” ou 32”. No entanto, esta é a primeira soundbar no mercado pensada para a utilização de um PC Gamer ou entusiasta que realmente quer ‘blasted’ com música de qualidade mesmo à frente do seu focinho.

É exatamente por isto que a Creative diz que a Katana é o “primeiro sistema de som do mundo para por debaixo do monitor”, em vez de chamar este ‘pacote’ de soundbar. Dito tudo isto… Qual é a diferença entre uma soundbar e este sistema da Creative?

Pois bem, antes de mais nada, temos a entrada USB, que por sua vez traz suporte a áudio de alta resolução 24-bit/96KHz. Curiosamente, isto também significa que a Creative Katana está essencialmente a funcionar como uma placa de som fora do PC. Aliás, o processamento de som utilizado na Katana é exatamente o mesmo que a marca usa na sua gama de placas de som Z-Series.

creative katana

Entretanto, se por ventura não quiser dar uso à entrada USB, também ainda entrada óticas, aux e claro, Bluetooth! (No entanto, para tirar todo o sumo deste produto, é boa ideia usar a entrada USB)

O RGB chegou às soundbars!

Sim, esta menina irá trazer um outro nível de iluminação para o seu setup. Por isso, se já tem um bom setup de iluminação RGB, esta coluna vai muito facilmente misturar-se lindamente com o seu rato, teclado, tapete e próprio PC.

Afinal, a soundbar tem um sistema capaz de 16.8 milhões de cores, com algumas opções de personalização no software da Creative, ou simplesmente através dos botões físicos do produto, ou comando.

Performance

A Creative Katana conta com 2 mids, 2 tweeters e um subwoofer a completar todo o pacote.

O que claro está, é uma receita bem porreira para muita potência de áudio. Aliás, se quer potência aliada a qualidade, tem aqui uma alternativa muito competente, e que tem impressionado todas as pessoas que tenho levado à minha ‘nerd cave’. (No meu caso, sotão nerd!)

Curiosamente, apesar de ser uma única ‘barra’, é notório que temos aqui um efeito surround de qualidade, que nos leva a viver mais o que estamos a jogar, ou a ver no ecrã do nosso computador.

Conclusão

A Creative tem aqui outra ‘win‘, um produto que é muito desconhecido, mas que deve estar sempre em cima da mesa para qualquer utilizador que queira boa qualidade de som, e claro, o selo de qualidade da marca.

O único problema a meu ver pode mesmo ser o espaço ocupado na sua secretária, ou então, os seus vizinhos a queixarem-se quando quiserem meter esta menina a dar o máximo das suas capacidades sonoras.


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Nuno Miguel Oliveirahttps://www.facebook.com/theGeekDomz/
Desde muito novo que me interessei por computadores e tecnologia no geral, tive o meu primeiro PC aos 10 anos e aos 15 anos montei a minha primeira torre, desde aí nunca mais parei. Tudo o que seja tecnologia, estou na fila da frente para saber mais.

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