Isto pode parecer quase uma piada, porque durante muitos anos a Apple foi sinónimo de preços proibitivos. No entanto, o mercado mudou. Ou seja, quando a qualidade-preço começa a ser o tema central, é hoje muito normal olhar para o que a Apple tem para oferecer.
Eu sei que pode parecer uma afirmação estranha, mas é verdade.
A Apple é agora “amiga” da carteira? Parece mentira!

A minha teoria assenta em produtos que começam a baralhar as contas da concorrência muito a sério. Mais concretamente, o novo MacBook Neo e o MacBook Air M5 oferecem um desempenho que, o primeiro à volta dos 600€ e o segundo à volta dos 1000€, a Microsoft simplesmente não consegue igualar com a mesma eficiência ou qualidade (de construção ou até de performance real).
Isto com uma menção honrosa ao Mac Mini, que também é uma excelente máquina a um preço apetecível.

Depois temos o caso do iPhone, e não, não estou a falar do 16e ou 17e. O iPhone 17 Pro é um smartphone poderoso que é também uma exceção à regra no mundo mobile. Ou seja, começa nos 1349€ (em Portugal), acaba por ser mais barato que muitos topos de gama “Ultra” da concorrência que já batem nos 1500€. Isto com as mesmas exatas especificações técnicas do modelo Pro Max. Portanto, a Apple soube jogar o jogo: baixou ou manteve preços de forma estratégica mas manteve o estatuto premium intacto.
Conclusão: Um caso de estudo!
A empresa Norte-Americana soube adaptar-se aos novos tempos. Hoje, comprar Apple já não é apenas uma decisão de estatuto, é uma decisão financeira que, em muitos casos, faz mais sentido do que optar por soluções Android ou Windows equivalentes.
Porquê esta mudança de paradigma? Porque a Apple neste momento não quer fazer apenas dinheiro. Quer garantir que o vai fazer dinheiro durante muitos e bons anos. É uma questão de garantir quota de mercado hoje e amanhã.
Dito tudo isto, achas que a Apple está realmente mais barata ou é a concorrência que está a esticar demasiado a corda nos preços?




