As primeiras críticas a Mortal Kombat II já saíram e, como seria de esperar, o filme é uma autêntica montanha-russa de opiniões. Com 74% no Rotten Tomatoes mas apenas 50 no Metacritic, a mensagem é clara… Se vais à espera de ver uma obra com a ambição de ganhar um Óscar, estás no sítio errado. Mas, se queres ver ossos a partir e Fatalities brutais, este é o teu filme.
É um daqueles filmes que nos dias que correm são raros. Queres ver alguma coisa para passar o tempo, com muita ação, e tudo a acontecer ao mesmo sem necessariamente existir muita lógica. É isto.
O bom: Karl Urban e o facto de existir muita diversão

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O grande destaque vai para Karl Urban no papel de Johnny Cage. Ele carrega o filme às costas com o carisma de uma estrela de cinema que sabe exatamente em que tipo de produção está metido.
Entretanto, e juntamente com o Kano de Josh Lawson, o humor funciona melhor do que no primeiro filme, servindo como um “balão de oxigénio” no meio de tanta violência.
Vale a pena dize que a coreografia das lutas também deve receber elogios, sendo comparada à velocidade acrobática do cinema de Hong Kong, mas com aquele toque moderno de efeitos digitais e dedos que desaparecem do ecrã.
O mau: CGI “low-cost” e o peso da imortalidade…
Nem tudo é uma vitória impecável. Os efeitos visuais podiam ser superiores. Estamos a falar de um filme que é lançado agora em 2026, e que não tem um orçamento assim tão curto quanto isso.
- Efeitos Visuais: Há quem diga que o CGI e a maquilhagem parecem saídos de uma série antiga do Star Trek ou de um desfile de Halloween de baixo custo.
- Argumento: A história é descrita como “fina como papel”, servindo apenas de desculpa para saltar de luta em luta.
- Falta de apostas: Um dos pontos mais criticados é o facto de a morte não significar nada. Como os personagens podem ser ressuscitados a qualquer momento por “mecânicas mágicas”, o impacto emocional não existe.
Veredito Final
Para quem cresceu a gastar moedas nas arcadas ou a dar tareias na consola, Mortal Kombat II parece entregar exatamente o que promete. É barulhento, é por vezes até nojento e não tem medo de se divertir com a própria absurdidade. Pode não ser uma obra-prima do cinema, mas como entretenimento de sexta-feira à noite, cumpre o objetivo.
Adaptar um jogo, especialmente um jogo como este, é complicado. Mas, se queres ver um filme “brain dead” para descansar a cabeça de um dia de trabalho, é exatamente isto que queres (e precisas) de ver.





