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Horizon Forbidden West vai ocupar 100GB no SSD da sua PS5

(Análise) Horizon Forbidden West: Fantástico

Nuno Miguel Oliveira por Nuno Miguel Oliveira
16 de Fevereiro, 2022
em Reviews
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Horizon Forbidden West vai estar disponível tanto para a PS5, como também para a ‘velinha’ PS4. No entanto, apesar desse facto, é inegável que a nível gráfico, e até de dimensão de mapa, temos aqui um dos primeiros jogos realmente de nova geração desta nova ‘era’ de consolas. (Ninguém me tira da ideia, que este jogo nunca chegaria à PS4, caso não existissem problemas de produção nas linhas da PlayStation 5.)

Dito tudo isto, Horizon Forbidden West é um título obrigatório para a sua consola! Vamos descobrir porquê?

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(Análise) Horizon Forbidden West: Fantástico

Portanto, como deve saber, Horizon Zero Dawn já foi um jogo fantástico, muito bem recebido tanto pela crítica, como pela comunidade Sony PlayStation, ao trazer para cima da mesa gráficos capazes de levar a PS4 ao máximo das suas capacidades, jogabilidade viciante, e claro, uma história diferente, mas ainda assim imersiva.


A sequela tem a grande missão de elevar todas estas categorias a um outro nível, o que na minha opinião, é capaz de fazer sem grandes dificuldades. Ao fim ao cabo, o mundo de Horizon Forbidden West é lindo, intrigante, e pelos vistos, com os dias contados.

Afinal, está tudo a morrer à nossa volta! Sabe quem vai ter que salvar o planeta? Pois… Nada mais que você.

História

Sendo uma sequela, Forbidden West é uma continuação dos acontecimentos de Horizon Zero Dawn. Assim, temos um mundo cheio de animais mecânicos naquilo que é uma ambiente pós apocalíptico, repleto de mistérios, e claro, muitas e boas quests para fazer e conhecer um pouco mais de tudo aquilo que vai acontecendo neste estranho mundo.

Isto significa que a base de jogo é a mesma de Zero Dawn. Ou seja, vai basicamente fazer o mesmo durante as muitas horas de jogo, mas o estúdio foi inteligente. Sim, a jogabilidade é similar, a maneira como a história se desenrola também é muito parecida, mas só vai precisar de 1 ou 2 horas de jogo, para perceber que muita coisa mudou, e que por isso mesmo, vai ter toda uma nova experiência à sua frente.

Já que estamos a falar de animais mecânicos e um mundo cheio de tecnologia estranha, mas super avançada. Forbidden West é verdadeiramente uma versão 2.0 do jogo original, com tudo o que isso implica.

Afinal de contas, apesar de nem ser grande fã de fazer quests secundárias, e odiar ter de ir farmar à volta de uma cidade, para conseguir meter as mãos numa quantidade fixa de materiais. É inegável que em cada quest, em cada iteração, é criada uma relação, que nos faze sentir alguma empatia (ou ódio) por aquele conjunto de píxeis no nosso ecrã. Em suma, a Guerrilla Games foi capaz de fazer com que seja possível viver o que esteja no ecrã, quase como se estivéssemos mesmo na pele de Aloy, e isso é realmente o que era preciso fazer neste novo projeto.

Todas as personagens têm uma história para contar, una personalidade muito própria, sendo assim únicas, e por isso mesmo, importantes para nós, o jogador. Curiosamente, é também um jogo muito representativo, existindo personagens de todas as cores, com preferências sexuais diferentes, e maneirismo muito próprios.

É também extremamente curioso ver que dependendo do local em que estamos, a maneira como as personagens agem é diferente. Por exemplo, se estiver num sítio “mais quente”, é possível ver gotículas de suor na cara das pessoas que rodeiam Aloy. É quase como se estivéssemos no mundo real, isto… Se existissem máquinas sedentas de sangue em todos os cantos, claro.

Jogabilidade

Tal e qual como no campo da história, a jogabilidade de Forbidden West não é uma revolução, mas sim uma evolução. Temos vários elementos já conhecidos, que agora ganham uma nova vida. Ao fim ao cabo, temos o regresso dos Tallnecks, para conseguirmos ver tudo o que se passa à nossa volta, mas com algumas diferenças à mistura. Os caldeirões também funcionam agora de forma diferente, e eventualmente mais complexa. E claro, além de tudo isto, é agora possível tomar controlo de mais máquinas, para mudar tudo um pouco.

Dito tudo isto, sendo uma sequela, seria de esperar que Aloy continuasse a contar com o mesmo ‘gear’ do jogo passado, certo? ERRADO!

Parece um pouco conveniente, mas a personagem principal explica que teve alguns ‘problemas’ entre os acontecimentos dos dois jogos, e por isso mesmo, começa quase que do zero em Forbidden West. Dito tudo isto, por muito forte que fique durante os acontecimentos do jogo, existem inimigos que simplesmente nunca se irão tornar numa tarefa fácil. Basta um erro, e lá vai você pelos ares. É preciso estratégia, é preciso skill, e por vezes, também alguma sorte.

Entretanto, tal como no primeiro jogo, temos a capacidade de escalar, saltar de um lado para o outro, etc… No entanto, ao contrário daquilo que foi dito, em que a escalada seria ‘livre’, um pouco à semelhança de Assassin’s Creed, as coisas não são bem assim. Apenas pode “praticar” escalada, nos sítios definidos pelo jogo, e nem sempre as coisas parecem fluidas, ou bem pensadas. Para mim um aspeto negativo, porque este mundo merece ser explorado na sua totalidade.

Dito tudo isto, tal e qual como no passado, tudo se passa à volta de Aloy, a heroína desta história, que verdade seja dita, parece ter crescido bastante, em vários níveis, no tempo entre Zero Dawn e Forbidden West.

Aloy é capaz de estar sozinha e ser uma ‘boss’, de estar acompanhada e continuar a ser uma ‘boss’, é capaz de recusar convites amorosos com classe, etc… É uma autêntica máquina! (See what i did there? :P)

A maneira como ela vai descobrindo mais coisas acerca do planeta, e acerca de si mesma, ao longo dos dois jogos, é simplesmente incrível, e um excelente exemplo de como uma história deve ser contada num videojogo. É incrível ver como Aloy quer salvar o planeta pelo planeta em si, mas mais tarde, começa a perceber que os humanos também merecem ser salvos.

Conclusão

Horizon Forbidden West é um jogo realmente ‘next-gen’ na PlayStation 5, com gráficos de morrer, jogabilidade complexa mas super interessante, com uma camada de estratégia necessária e que na verdade, mantém as coisas frescas e nunca nos faz cansar de jogar.

Uma compra obrigatória no dia 18 de Fevereiro.

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Nuno Miguel Oliveira

Nuno Miguel Oliveira

Desde muito novo que me interessei por computadores e tecnologia no geral, fui sempre aquele membro da família que servia como técnico ou reparador de tudo e alguma coisa (de borla). Agora tenho acesso a tudo o que é novo e incrível neste mundo 'tech'. Valeu a pena!

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