A Samsung foi a pioneira das canetas digitais em 2011, mas em 2026, o jogo parece estar a inverter-se um bocadinho, e não é para melhor. De facto também não é para pior. É… Apenas para um mundo de imitação que deveria ser evitado a todo o custo.
Ou seja, segundo as últimas fugas de informação, a próxima S Pen poderá abandonar a sua tecnologia tradicional para copiar a arquitetura da Apple Pencil Pro. Isto significa que a Samsung se está preparar para uma mudança estrutural que vai afetar diretamente o futuro Galaxy S27 Ultra.
S Pen: O adeus ao campo eletromagnético?

Caso não saibas, atualmente, os ecrãs da Samsung alimentam a caneta via indução. No entanto, o plano é passar para um sistema de sinais capacitivos e Bluetooth, tal como a Apple faz. Mais concretamente, isto permitirá ecrãs mais finos, mas obrigará a S Pen a ter uma bateria interna maior, possivelmente com carregamento Qi2.2.
No fundo, esta mudança abre a porta a funcionalidades que os utilizadores pedem há anos. Ou seja, feedback háptico real, gestos de apertar e um controlo de rotação (barrel roll) muito mais preciso para designers.
Conclusão: Uma mudança de paradigma! Mas… Perda de identidade?
Isto é estranho. A Samsung tem andado a “cortar” na S Pen, ao mesmo tempo que afirma alto e bom som que os consumidores não ligam muito ao produto. Agora, parece que vamos ter algo muitíssimo mais “Pro”, o que não faz grande sentido.
Ainda assim, o Galaxy S27 Ultra poderá ser o fim de uma era para a tecnologia proprietária da Samsung. Será que a perda da simplicidade de uma caneta que “nunca descarrega” para escrita básica compensa as novas ferramentas profissionais? A Apple parece ter convencido a Samsung de que o caminho é este.
Diz-me tu: preferias manter a S Pen atual ou trocarias a autonomia infinita por vibrações hápticas e novos gestos?




