As atualizações de software prometem sempre grandes melhorias. Trazem novas funcionalidades atrativas e maior segurança. No entanto, a realidade prática pode ser bastante diferente. A transição recente para o novo macOS Tahoe está a revelar-se uma autêntica dor de cabeça. Pelo menos para alguns utilizadores. Efetivamente, os relatos de problemas começam a acumular-se rapidamente. O caso torna-se ainda mais preocupante quando afeta equipamentos super recentes e poderosos. Um excelente exemplo disso são as falhas registadas no MacBook Air equipado com o processador M3. Isto é ainda mais notório no modelo de 8GB. Assim se ten um MacBook Air M3 e mudaste para o macOS Tahoe tens de ler isto.
macOS Tahoe pode não ser boa ideia para o MacBook Air M3
A bateria desaparece num ápice
Antes de mais, o impacto mais notório desta atualização sente-se na autonomia do equipamento. A linha de portáteis da Apple é conhecida por durar um dia inteiro de trabalho. Porém, com o macOS Tahoe instalado, a bateria praticamente não dura. A percentagem de energia desce de forma alarmante mesmo com um uso bastante leve e básico.
Além disso, o desempenho geral da máquina sofre uma queda perfeitamente drástica. A lentidão ocasional a abrir programas passa a ser uma constante irritante no dia a dia. Adicionalmente, surgem os temidos bloqueios momentâneos do ecrã. O sistema congela durante tarefas simples e rotineiras.
Por outro lado, todas as tentativas manuais para otimizar as definições revelam-se completamente inúteis. Desativar efeitos visuais ou limpar a memória não resolve a situação. O problema estrutural reside mesmo na raiz desta nova versão da marca.
O regresso ao macOS Sequoia é a salvação
Neste sentido, a solução mais radical acaba por ser a única alternativa verdadeiramente eficaz. É estritamente necessário formatar o disco principal do computador. De seguida, procede-se à reinstalação limpa da versão anterior, o fiável macOS Sequoia.
Como resultado, a diferença de performance é imediata e impressionante. O equipamento recupera instantaneamente a sua super velocidade habitual. De igual modo, a gestão de energia do processador volta à normalidade absoluta. A bateria passa a durar o mesmo tempo de sempre. Garante assim a produtividade necessária para trabalhar sem andar com o carregador atrás.
Um aviso para os modelos mais antigos
Esta experiência serve como um alerta tecnológico muito importante. Se o novíssimo e potente chip M3 sofre desta forma tão pesada com o macOS Tahoe, o cenário pode ser pior noutras máquinas. Consequentemente, os computadores equipados com os processadores M1 ou M2 anteriores poderão enfrentar dificuldades ainda maiores de estabilidade e sobreaquecimento.
Portanto, a recomendação atual e mais sensata é aguardar calmamente. Evite atualizar o seu Mac de imediato para a versão mais recente. Espere que a Apple lance novas correções e reparações de estabilidade para resolver estas falhas graves do sistema operativo a curto prazo.










