iPhone Air: O flop que fez a concorrência fugir a sete pés e cancelar o futuro. – A era dos telemóveis ultra-finos parece ter morrido antes sequer de começar a andar. Ou seja, o que era para ser a próxima grande revolução liderada pela Apple transformou-se num balde de água fria tão grande que até a Samsung e as marcas chinesas já estão a correr para a saída.
Mas… O problema não foi a ideia, foi a execução absurda de vender “beleza” a preço de ouro sem oferecer o básico.
700 mil? Para a Apple, isto é um erro de arredondamento!

Marca a Leak como fonte favorita na Pesquisa Google e recebe mais artigos nossos no Discover.
700 mil telemóveis? Para qualquer marca seria um dia em cheio. Para a Apple? Nem por isso.
Mais concretamente, novos dados vindos da China revelam que o iPhone Air mal ultrapassou as 700 mil unidades vendidas, mesmo depois de a Apple ter baixado o preço várias vezes. Para qualquer outra marca, isto podia ser um sucesso, mas no mundo da maçã, é um desastre absoluto. A concorrência, que estava pronta para copiar a ideia, entrou em pânico. Uma marca chinesa terá conseguido apenas 50 mil ativações do seu rival ultra-fino. O resultado? Projetos cancelados e planos de design atirados para o lixo.
A Samsung, que não é parva, já leu as letras miudinhas no contrato. O Galaxy S25 Edge vendeu tão mal que a gigante sul-coreana decidiu cancelar o Galaxy S26 Edge por completo. Basicamente, a indústria percebeu que ninguém quer um telemóvel que abdica de bateria e câmaras apenas para ser “bonito e fino”. Na realidade, é o sucesso à boa moda de quem se esquece que o utilizador precisa de um telefone que dure o dia todo.
iPhone Air 2 em 2027: A Apple não desiste do “erro”! Interessante!
Apesar do flop monumental, Mark Gurman e outras fontes indicam que a Apple não vai atirar a toalha ao chão. O iPhone Air 2 está previsto para a primavera de 2027 e promete resolver os erros do primeiro: duas câmaras traseiras, melhor arrefecimento e uma bateria que não nos deixe pendurados a meio do dia. Para isso, a Apple está até a tentar encolher o módulo do Face ID para ganhar espaço. Nada é por acaso e a Apple raramente admite uma derrota à primeira!
A minha visão? O iPhone Air original foi um insulto à inteligência do consumidor. Pedir 1250€ por um aparelho com apenas uma câmara, uma bateria medíocre e uma coluna de som ranhosa só porque é “fino”, é esticar a corda. O mercado respondeu à altura: não comprou.
Se o Air 2 vier corrigir estes problemas, talvez o conceito tenha pernas para andar. Caso contrário, será apenas mais uma curiosidade tecnológica que ninguém pediu. É a prova de que estilo sem substância não move unidades.





