Já falámos sobre isto na Leak.pt, mas a verdade é que o mercado precisa de aumentar preços para manter as margens altas, e se há empresa que pode andar com isso para a frente, é a Apple.
Dito tudo isto, caso não saiba, os Estados Unidos parecem ter chegado a acordo com a China, de forma a adiar as exageradas tarifas que temos visto nos últimos tempos de forma temporária (por 90 dias) Mais concretamente, enquanto as negociações prosseguem, vai tudo baixar para uma base de 10% de um lado e 30% do outro (que pode ter uns acréscimos em alguns produtos mais específicos).
Isto “safa” a Apple? Que até já tinha algumas exceções em cima de forma a tentar continuar o seu trabalho de forma incólume? Sim, mas não afasta aumentos de preço.
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iPhone 17 vai ficar mais caro. Com ou sem tarifas!

Portanto, se porventura já acha os preços um completo absurdo, a realidade é que a Apple (e como é óbvio todas as outras fabricantes do mundo mobile), está a preparar um aumento de preço para a sua nova geração de aparelhos iPhone 17.
Porém, não é um aumento relacionado com as tarifas. Ou melhor, é… Mas também não é.
A Apple (e outras fabricantes) precisam de aumentar preços como uma qualquer pessoa precisa de comida e água para se manter viva. Por isso, toda esta instabilidade vai servir de desculpa para proceder para aumentos entre os 50€ e 100€ em todas as versões do próximo iPhone da gigante Norte-Americana.
Porém, não vamos ter mais do mesmo. A Apple está a planear ajudar a justificar o aumento com um novo design, e claro, novas funcionalidadaes.
iPhone 17 Air: o novo trunfo da Apple?
A gama iPhone 17 deverá contar com um novo modelo ultra-fino, o iPhone 17 Air, que vem substituir o antigo modelo Plus. Espera-se que seja o mais fino de sempre e que aposte num design diferenciador, que apesar de ter alguns compromissos técnicos, vai tentar justificar a subida de preço com a exclusividade.
E em Portugal? Vamos pagar mais?
É muito provável que sim.
Por vezes, a nossa região “até se safa”, porque infelizmente não temos a mesma capacidade financeira de outras regiões. Mas aqui não há grande escapatória, é um aumento geral, e como tal, global. Portugal não vai escapar.




