A Apple agitou as águas com o lançamento do MacBook Neo e a Intel, que não gosta de ficar a ver navios, primeiramente ficou assustada, mas agora decidiu finalmente mostrar os dentes. Ou seja, a gigante dos chips acaba de apresentar um novo processador 21% mais rápido, desenhado especificamente para equipar dispositivos que tentam travar a investida da Apple no segmento dos portáteis finos e leves.
Intel acorda para a vida: 21% de performance extra para travar o Neo! Mas…

Portanto, como deves imaginar, a Intel sabe que o MacBook Neo se tornou rapidamente a referência para quem procura eficiência e portabilidade sem vender um rim. Aliás, o Neo está a ser capaz de puxar para si muitos clientes que nunca pensaram, na sua vida, optar por um portátil Apple.
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Mais concretamente, este novo chip da Intel não foca apenas na força bruta, mas sim numa arquitetura otimizada para rivalizar com a gestão térmica e a autonomia que o silício da Apple trouxe para a mesa.
No fundo, esta resposta agressiva é a prova de que a concorrência é a melhor amiga do nosso bolso. Sem o “abanão” provocado pelo MacBook Neo, estaríamos provavelmente a receber os habituais incrementos de 5% de performance por ano a que a Intel nos habituou no passado. Portanto, o mercado de PCs Windows ganha agora um balão de oxigénio. Agora para tentar provar que ainda consegue ser mais versátil que a oferta da Apple.
Pode ser muitíssimo interessante para todos nós.
Conclusão: A guerra dos chips está mais viva do que nunca!
A Intel não está sozinha nesta luta. A AMD também sabe que tem de fazer mais e melhor. Aliás, até a própria Microsoft percebeu que vai ter de meter a mão no ecossistema Windows para não ficar para trás.
Diz-me tu: achas que este salto de 21% é o suficiente para te manter fiel aos PCs. Ou a eficiência da Apple com o Neo já te convenceu a mudar de lado?





