Durante o confinamento 43% das reviews na Amazon eram falsas!

Na altura do confinamento provocado pela pandemia de coronavírus, muitas empresas lutaram pela sua sobrevivência. Lutaram e continuam a lutar. É que houve muitos encerramentos a nível mundial. Ora tudo isto levou a alguns reajustes. De acordo com as últimas informações da empresa Fakespot, durante o confinamento, 42% das reviews a produtos na Amazon são falsas. Este valor é equivalente ao que acontece no período de Natal.

Durante o confinamento 43% das reviews na Amazon eram falsas!

Entre março e setembro deste ano, a Fakespot avaliou 720 milhões de análises na Amazon.com. Verificou que cerca de 42% dos comentários eram comentários falsos. No mesmo período do ano passado, o nível de avaliações falsas era de cerca de 36%. Assim isto significa um aumento de 6% nas avaliações falsas na Amazon ano a ano. É claro que o aumento no número de avaliações falsas também coincide com um grande número de consumidores que optam pelas compras online devido à pandemia.

reviews amazon

Saoud Khalifah, fundador e CEO da Fakespot afirmou que só tinha visto estes números durante a Black Friday ou no período de Natal em 2019. Entretanto, no caso dos Estados Unidos, o valor de reviews falsas na cadeia de lojas Walmart manteve-se igual. Ou seja, 36%.

As avaliações falsas têm inundado a Amazon. Também outros mercados online há muitos anos. Embora estas empresas trabalhem muito para remover essas avaliações, não é uma tarefa fácil. É que os reviewers falsos (às vezes pagos) anunciam os benefícios do produto ou destroem a venda. Por esse motivo, há vários serviços automatizados para ajudar os compradores a avaliar se os comentários que estão a ler são verdadeiros ou não.

No entanto, a Amazon não acredita que uma empresa consiga determinar com precisão se uma avaliação é falsa. Em resposta a esta informação, uma porta-voz da Amazon afirmou que empresas como a Fakespot e ReviewMeta, que afirmam verificar as avaliações, não podem determinar com precisão a autenticidade destas avaliações. Tudo porque não podem aceder a dados legítimos da Amazon.

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Bruno Fonseca
Fundador da Leak, estreou-se no online em 1999 quando criou a CDRW.co.pt. Deu os primeiros passos no mundo da tecnologia com o Spectrum 48K e nunca mais largou os computadores. É viciado em telemóveis, tablets e gadgets.

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