Este ano até começou mais tarde, visto que em 2024 já existiam campanhas “Black” em Setembro. Mas, como seria de esperar, chegou Novembro e com ele o circo anual da Black Friday.
Estamos a falar de lojas a prometer 70% de desconto, banners a piscar “imperdível” e pessoas a encher carrinhos como se fosse o fim do mundo. Mas será que ainda há boas oportunidades reais… ou é só mais uma encenação de preços inflacionados?
Depois de alguns anos a fazer cobertura à famosa Black Friday, é muito fácil dizer que há bons negócios, mas é preciso saber onde e como procurar.
Amazon + Keepa: o combo que nunca falha!

A Amazon é incontornável na Black Friday.
Claro que vais encontrar preços mais vantajosos em outras lojas. Mas, no geral, aqui encontras sempre coisas boas, com muita segurança no pagamento, e no pós-venda.
Dito isto, com a extensão Keepa, consegues ver o histórico de preços da Amazon e perceber se o “desconto” é genuíno ou uma aldrabice. Ou seja, como em qualquer loja, muitas vezes o preço baixa 20%… Mas só porque subiu 20% na semana anterior.
Lojas nacionais: algumas valem o clique, outras nem por isso
- PCDIGA: está a surpreender. Tens portáteis como o MacBook Air com 16 GB RAM a cerca de 800€, o que é muito interessante.
- Worten e Fnac: continuam a ter as campanhas mais equilibradas, com descontos reais em TVs, portáteis e consolas.
- Jumbo/Continente: algumas campanhas interessantes e facilidade de crédito, mas é preciso comparar.
A ferramenta da DECO também é tua amiga!
Antes de carregar em “comprar”, passa pelo comparador de preços da DECO Proteste. Lá consegues ver se o produto esteve mais barato nas últimas semanas. É simples, rápido e evita o clássico “desconto falso”.
O truque é comprar o que precisas! Não fiques “louco” com a palavra promoção.
Pode parecer óbvio, mas é o ponto mais importante. A Black Friday é um teste de autocontrolo: as melhores compras são as que planeaste antes.
Se precisas de um smartphone, colunas ou portátil, faz uma lista e define um limite. Tudo o resto é só ruído.

