A Samsung não parece interessada em mudar radicalmente a fórmula do seu dobrável mais popular, mas o próximo Galaxy Z Flip 8, previsto para este verão, traz melhorias que vão mexer diretamente com a experiência de uso. Ou seja, não estamos a falar de uma revolução total, mas sim de uma evolução focada na ergonomia e na estética.
Aqui na Leak, acompanhamos cada milímetro destas mudanças, e de facto, parece que a Samsung decidiu finalmente ouvir as preces dos utilizadores, milímetro a milímetri, e grama a grama.
Adeus ao vinco e uma “dieta” de 8 gramas!

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De acordo com as últimas informações, o Galaxy Z Flip 8 será cerca de 8 gramas mais leve que o seu antecessor. Além disso, graças a um novo mecanismo de dobradiça, o dispositivo será cerca de 0,5 mm mais fino quando dobrado, apresentando uma espessura de 13,2 mm.
Mas a grande notícia é mesmo o ecrã. Tudo indica que a Samsung conseguiu finalmente eliminar o vinco no painel dobrável. Esta nova dobradiça parece ser a peça-chave para acabar com aquela marca visual e tátil que tem perseguido os dobráveis da marca desde o lançamento do primeiro modelo.
O que se mantém igual?
Nem tudo são novidades. Se estavas à espera de uma revolução nas câmaras ou na autonomia, talvez fiques um pouco desapontado:
- Câmaras e Bateria: O Flip 8 deverá manter o mesmo módulo de câmaras, capacidade de bateria e velocidades de carregamento do Flip 7.
- Ecrãs: O ecrã exterior mantém as 4,1 polegadas e o interior as 6,9 polegadas, replicando as dimensões do ano passado.
A grande mudança na estratégia da Samsung
Pela primeira vez, a Samsung está a planear produzir mais unidades do Z Fold 8 (3,5 milhões) do que do Z Flip 8 (entre 2,5 a 3 milhões).
Esta mudança de planos deve-se ao sucesso do Galaxy Z Fold 7 em 2025. Que conseguiu ser mais fino e leve que o Galaxy S25 Ultra, acabando por ultrapassar as vendas do modelo Flip. Algo que nunca tinha acontecido até agora.
A minha visão? A Samsung percebeu que o Flip já é um ícone de estilo, por isso está a focar-se em limar as últimas arestas, como o peso e o vinco do ecrã. Se o ecrã vier mesmo “liso”, removem o último grande obstáculo psicológico para quem ainda resiste aos dobráveis. No entanto, manter as mesmas câmaras e bateria pode ser um risco num mercado onde a concorrência chinesa não para de inovar. Especialmente se o preço voltar a aumentar face ao ano passado.




