Muito boa gente afirma que o iPhone Fold vai muito provavelmente ser “apenas mais um dobrável”, mas as coisas não são bem assim. Este iPhone não vai vender porque dobra, vai vender porque vai ser o iPhone mais diferente alguma vez lançado no mercado. Ou seja, a Apple não está a vender mais do mesmo, está a vender a maior mudança estética da sua história.
O domínio do mercado através do preço e da visibilidade?
Claro que tudo depende do preço, mas a gigante norte-americana já provou com o iPhone 17 Pro e com o MacBook Neo que quer ganhar quota de mercado a sério. A Apple anda a lançar produtos extremamente interessantes a preços que metem a concorrência a tremer.
Portanto, onde quero chegar? Simples! O iPhone Ultra vai vender porque será instantaneamente reconhecível como o topo da cadeia alimentar da Apple. Não só porque é um dobrável, mas também porque vai trazer um formato que ninguém viu na rua. Aliás, a escolha do nome “Ultra” não é por acaso.
Ou seja, tal como os modelos Pro e Pro Max da linha iPhone 17 foram bem-sucedidos por serem fáceis de distinguir, o iPhone Ultra (ou Fold) vai elevar isso ao expoente máximo. Toda a gente vai saber que tens o iPhone mais poderoso e exclusivo de sempre. O estatuto ainda manda, e não é pouco.
Em suma, no fim do dia, a Apple está a canibalizar o iPad Mini para criar o smartphone definitivo, e se o preço for minimamente justo, a concorrência terá um problema gigante em mãos. Vai ser muito interessante de se ver, isso é certo.
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