A Fórmula 1 está a mudar como nunca! Afinal de contas, depois de uma temporada mais complicada, onde não foi fácil agarrar 10 equipas para manter o desporto vivo, a realidade é que a série da Netflix (Drive to Survive) mudou completamente o jogo para o pináculo do desporto motorizado.
O sucesso é agora inegável, e isso atrai mais equipas, mais investimento e, claro, mais interesse global. Sendo exatamente por isso que agora há um novo nome a entrar na conversa. A BYD.
Segundo os últimos rumores, a gigante chinesa dos elétricos está a avaliar uma possível entrada na F1. E não é só isso. Já está a olhar para equipas que podem ser compradas, e de facto, existem alguns alvos já na grid.
BYD na F1? Não é assim tão estranho
Se há marca que faz sentido entrar na Fórmula 1 hoje em dia, é a BYD.
Estamos a falar de uma das maiores fabricantes de carros elétricos do mundo, com receitas a rondar os 100 mil milhões de dólares. Uma marca em crescimento e com muita vontade de crescer rápido.
É uma fabricante com escala, tecnologia e muita ambição global. Além disso, a realidade é que a F1 quer crescer no mercado chinês, e a BYD é uma excelente maneira de o fazer. Parece um casamento feito no céu.
Comprar uma equipa… ou começar do zero?
Existem duas formas de entrar na F1, desde que tenhas muito dinheiro.
Ou crias uma equipa de raiz, como a Cadillac está a fazer. Ou compras uma estrutura já existente, como a Audi fez.
Pois bem, é na segunda hipótese que a BYD parece estar mais interessada.
Alpine e Aston Martin na mira!
Os dois nomes que surgem são Alpine e Aston Martin.
A primeira equipa parece a mais óbvia. A Renault anda a desinvestir no desporto automóvel e, por isso mesmo, vender a equipa de F1 não parece uma ideia assim tão má quanto isso. Aliás, em 2026, a equipa da Renault já não conta com motores da marca. O que é… estranho.
Mas a realidade é que, com o Cost Cap ativo, todas as equipas da grid, até aquelas que acumulam fracos resultados, são lucrativas. Como tal, a Alpine pode muito bem permanecer em mãos francesas.
Depois temos a Aston Martin, que está a ter um início de época terrível, depois de ter prometido imenso e, claro, de ter sido alvo de investimentos quase absurdos. Mas… não acredito que a família Stroll abra mão da equipa.
F1 e elétricos: faz sentido?
A questão aqui é… a BYD já não aposta apenas e só nos elétricos. Aliás, a fabricante chinesa anda a apostar forte nos híbridos e, como tal, entrar na F1 é bastante inteligente. Afinal de contas, os carros desta competição são também eles eletrificados, com cerca de 50% de potência vinda da parte elétrica.
Ou seja, não está assim tão longe do ADN da marca.
No fim do dia… é uma questão de tempo?
A entrada da BYD na Fórmula 1 não está confirmada, mas com tanto rumor, é muito provável que aconteça. Até porque faz todo o sentido para ambos os lados.









