Enquanto tudo e todos apontam para Março como o mês em que tudo vai aumentar no mundo da tecnologia, especialmente nos smartphones. Eis que novas notícias apontam para uma Apple rija e resoluta.
iPhone aumentar de preço? É provável que não!

Portanto, ao que tudo indica, no meio de vários lançamentos entre Março e Abril, onde (muito provavelmente) vamos ver aumentos de preço pelo lado da Samsung, Xiaomi, etc… A Apple… Vai manter tudo igual. Isto tanto no lado dos já lançados iPhone 17, como também no lado do novo iPhone 17e que deverá chegar às prateleiras dentro da mesma janela temporal.
Como? Apple encontrou forma de cortar custos.
Numa altura em que praticamente todos os fabricantes estão a preparar aumentos de preços para 2026, a Apple pode ser o oásis no deserto.
Ou seja, segundo novos rumores, a Apple terá conseguido tornar a sua cadeia de produção mais eficiente, o que pode permitir manter o preço atual, ou até baixar o preço de aquisição do novo iPhone 17e (ligeiramente).
Nada de peças novas, e isso é mesmo o segredo
Ao contrário do que acontece nos modelos mais caros, o iPhone 17e não deverá estrear componentes verdadeiramente novos. A Apple vai apostar quase tudo em peças já amortizadas, herdadas do iPhone 16e.
Falamos, por exemplo, do modem C1 5G, desenvolvido internamente, que substitui soluções da Qualcomm e permite poupar cerca de 10 dólares por unidade. Pode parecer pouco, mas quando se produzem milhões de equipamentos, faz toda a diferença.
O mesmo acontece com o processador. O iPhone 17e deverá usar o A19, o mesmo chip do iPhone 17 base. Ou seja, mais volume, menos custo por unidade.
Ecrã mais barato, compromisso assumido
Outro ponto importante está no ecrã. Apesar de se falar numa transição da notch para a Dynamic Island, o iPhone 17e deverá continuar a usar painéis OLED LTPS da BOE, em vez dos mais caros LTPO usados nos modelos Pro.
A BOE não tem a mesma reputação da Samsung ou da LG em termos de qualidade e consistência, mas compensa no preço. E para um modelo focado em ser mais acessível, a Apple parece disposta a aceitar esse compromisso.
Memórias mais caras, mas impacto controlado
O grande problema do mercado continua a ser o mesmo. DRAM e NAND dispararam de preço. Há estimativas que apontam para aumentos superiores a 100% em alguns casos.
Nos iPhones topo de gama, como os futuros iPhone 18, a Apple dificilmente vai conseguir absorver estes custos. Mas no iPhone 17e, o cenário é diferente. Ao poupar em modem, ecrã e reutilização de componentes, a marca consegue compensar parte do impacto das memórias mais caras.
Em suma, a Apple vai manter preços pelo menos até Setembro. Algo que parece improvável no lado das rivais.

