A OnePlus parece estar a arrumar a casa… e não é com boas notícias para quem gosta de fora do normal.
Ou seja, depois de meses de rumores, avanços e recuos, começa a ficar cada vez mais claro que o OnePlus Open 2 não vai mesmo existir. E não, não estamos a falar de mais um adiamento silencioso. Segundo novas informações vindas de fontes habituais da indústria, o projeto foi cancelado de vez.
Os dobráveis ficam para a Oppo. A OnePlus tem de se focar naquilo que é a sua filosofia mais a sério.
OnePlus Open 2: um projeto que nunca saiu do papel

O OnePlus Open 2 estava pensado como uma versão “OnePlus” do OPPO Find N5, tal como o primeiro Open foi basicamente um Find N3 com outra identidade. O Find N5 foi apresentado em fevereiro de 2025, mas a OnePlus decidiu não seguir o mesmo caminho.
Algo que fez algum sentido, visto que nem o N5 chegou ao mercado Global. Ficou apenas na Ásia.
Porém, na altura, ficou a sensação de que o projeto tinha sido apenas adiado. Afinal, não foi isso que aconteceu.
A estratégia mudou. Os dobráveis ficam para a OPPO
A partir daqui, a estratégia parece clara. Quem vai liderar os dobráveis dentro do grupo é a OPPO, não a OnePlus.

A OPPO já tem o Find N6 apontado para o primeiro trimestre de 2026, com melhorias claras face ao N5, incluindo câmaras mais fortes e o Snapdragon 8 Elite Gen 5.
E não fica por aí. Fala-se também de um Find N7 ainda para este ano, com um formato mais largo, pensado para competir diretamente com o primeiro dobrável da Apple e com o próximo modelo wide da Samsung.
Tudo topo de gama. Tudo OPPO!
Nem dobrável, nem flagship compacto
Como se isto não bastasse, há mais uma machadada.
O suposto OnePlus 15s. O flagship compacto que muitos esperavam ver chegar aos mercados globais, também terá sido cancelado.
O que sobra da OnePlus?
O cenário é o que é.
Uma OnePlus cada vez mais focada no mainstream, menos experiências, menos riscos, e uma dependência maior da OPPO para tudo o que seja inovação de formato.
Para quem gostava da marca precisamente por arriscar e fazer coisas diferentes, isto soa a recuo estratégico. Pode até ser um adeus para muita gente. Mas… É uma decisão estratégia que acaba por fazer algum sentido.
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