A Xiaomi apresentou os seus novos smartphones topo de gama na China, os Xiaomi 18 Pro e 18 Pro Max, em resposta direta ao que a Apple andou a fazer nas últimas semanas. Resposta direta? Sim! Se achas que vamos esperar até ao próximo ano para dar as boas-vindas à nova oferta da gigante chinesa, estás redondamente enganado.
O lançamento global vai ser antecipado, tal como vai acontecer com quase todas as marcas chinesas, e isso significa que existe aqui uma oportunidade de ouro para a Xiaomi nesta nova geração. Eu acho que tem mesmo de aproveitar.
Xiaomi tem uma oportunidade de ouro. Vai aproveitar?

Especificações Técnicas
- Ecrã: 6.4” ou 6.9” (2624 x 1208) LTPO OLED, 1-120Hz, 4000 nits
- SoC: Snapdragon 8 Elite Extreme (2nm)
- RAM: 12GB ou 16GB LPDDR5X
- Armazenamento: 256GB // 512GB // 1TB UFS 4.1
- Câmaras:
- 200MP Light Fusion 960 Summilux
- 50MP ultra-wide
- 200MP telefoto com zoom ótico 5x
- 50MP frontal
- Peso e Dimensões: 203g ou 235g // 151.8 × 72 × 8.46 mm ou 163.39 × 77.6 × 8.39 mm
- Bateria: 7000 mAh ou 8500 mAh
Onde está a oportunidade?
Muito simples! A Xiaomi já avisou que não vai lançar um modelo Ultra nesta nova geração devido à crise de componentes, mantendo o foco apontado ao consumidor geral. Além disso, já prometeu antecipar o lançamento para muito mais cedo face ao que tem sido a norma (aposto já em outubro).
Dito isto, com uma chegada ao mercado muito antes da Samsung mexer uma palha, e com uma Apple refém de um “hype” desmedido à volta de um iPhone Duo de 2.400€, a Xiaomi tem aqui a faca e o queijo na mão.
Afinal de contas, até aqui o modelo Ultra é que era o rival direto do iPhone Pro Max e do Galaxy S Ultra. Não existindo um Ultra no catálogo, abre-se uma margem fantástica para vender estes Pro e Pro Max a um valor substancialmente mais em conta, convencendo de vez o consumidor a deixar o preconceito de lado e a dar uma oportunidade à gigante chinesa. Aliás, a Xiaomi pode fazer um “double dip”, ao lançar a preços competitivos, e a manter as campanhas do costume com ofertas ou descontos agressivos.
Antes de mais nada, o que pensas sobre isto? Achas que a Xiaomi faz bem em abdicar do modelo Ultra para se focar em preços mais agressivos contra a Apple e a Samsung, ou o mercado topo de gama já só quer saber de números pornográficos na ficha técnica?








