Xiaomi prepara a sua primeira Smart Tag. Com duas versões

A Xiaomi parece finalmente pronta para entrar num mercado onde, curiosamente, ainda não marca presença. Algo muito estranho, visto que esta gigante Chinesa gosta de ter o seu dedinho em tudo… Ou pelo menos quase tudo.

Dito tudo isto, depois de smartphones, wearables, trotinetes, aspiradores e tudo o resto, chega agora a vez das smart tags.

Segundo novas fugas de informação, a marca está a trabalhar na sua primeira etiqueta inteligente, chamada simplesmente Xiaomi Tag. E sim, tudo indica que vai existir em duas versões distintas.

Com UWB… e sem UWB

De acordo com informações encontradas no HyperOS, a Xiaomi deverá lançar duas variantes da sua smart tag. Uma versão mais simples, sem Ultra-Wideband, e outra mais completa, com UWB, tal como acontece com a Galaxy SmartTag 2 da Samsung.

Isto é importante porque o UWB permite localização muito mais precisa, algo essencial para quem quer encontrar chaves, mochilas ou malas dentro de casa, e não apenas ver um ponto aproximado no mapa.

Ou seja, a Xiaomi parece querer cobrir dois públicos: quem quer algo barato e funcional, e quem quer precisão a sério.

Bateria clássica e substituível

Outro detalhe já conhecido é a bateria. A Xiaomi Tag deverá usar uma CR2032, a pilha tipo botão que já é usada em praticamente todas as smart tags do mercado, incluindo a AirTag.

Boa notícia aqui! Tudo indica que será substituível pelo utilizador. Simples, barato e eficaz.

Funcionamento igual ao que já conhecemos

No dia a dia, a Xiaomi Tag não deve fugir muito à fórmula habitual.

Emparelhar será tão simples como remover a patilha da bateria e aproximar do smartphone. A localização será visível num mapa, haverá alertas quando deixares o objeto para trás e também mecanismos para evitar falsos alertas de “rastreador indesejado” quando a tag anda com outras pessoas.

Ou seja, nada de revolucionário. Mas também não é isso que se pede a este tipo de produto.

O problema do costume: China primeiro… e talvez só China

Agora vem a parte menos entusiasmante.

Tudo aponta para um lançamento exclusivo na China, pelo menos numa fase inicial. Não há confirmação de uma chegada à Europa ou a outros mercados globais, o que é pena, especialmente sabendo como a Xiaomi costuma mexer nos preços.

Se chegar cá fora com o ADN habitual da marca, pode facilmente tornar-se a smart tag Android mais barata do mercado, sem grandes compromissos.

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Nuno Miguel Oliveira
Nuno Miguel Oliveirahttps://www.facebook.com/theGeekDomz/
Desde muito novo que me interessei por computadores e tecnologia no geral, fui sempre aquele membro da família que servia como técnico ou reparador de tudo e alguma coisa (de borla). Agora tenho acesso a tudo o que é novo e incrível neste mundo 'tech'. Valeu a pena!

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