Nada dura para sempre. Esta é a realidade de tudo, onde temos de incluir o domínio do Windows no mundo dos computadores. Feliz ou infelizmente, a Microsoft deixou-se “dormir”, ligou o complicómetro com a IA, e a realidade é que os consumidores não estão satisfeitos com o serviço. Isto fez com que muitos consumidores começassem a pensar que… Se calhar… Uma mudança era boa ideia.
Por isso, com uma Apple cada vez mais amiga da carteira, com propostas que de facto são apelativas, a Microsoft nunca tremeu tanto como agora.
Porém, olhar para o MacBook Neo e achar que é genial dar o salto depois de muitos anos a mexer no Windows, é curioso, faz algum sentido, mas é também uma tarefa complicada para quem nunca tocou em um outro sistema operativo para computadores. Por isso, é preciso ter uma ideia daquilo que ganhas, ou perdes, com a mudança.
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Windows ou macOS? Sim, existe escolha!

Portanto, se andas atento ao que se escreve por aqui, sabes que o mercado de computadores está ao rubro. Aliás, há muitos e longos anos que não andava tão mexido.
Afinal de contas, entre o domínio da Microsoft e o ecossistema fechado da Apple, a escolha sempre foi uma questão de preferência, mas sobretudo de preço. É que a Apple sempre foi capaz de oferecer bons produtos, mas também sempre meteu o pedal do preço ao fundo. Hoje em dia? Já não é bem assim. Temos o MacBook Neo na gama-baixa, e o MacBook Air M5 a ser cada vez mais o melhor portátil que o dinheiro pode comprar à volta dos 1000€.
A questão agora é… Afinal, vale a pena manteres-te no Windows 11 ou é desta que dás o salto para o macOS Tahoe?
A verdade é que não há uma resposta “preto no branco”.

O Windows continua a ser o rei em muita coisa. Continua a ser o melhor na compatibilidade de software, e claro, se o teu foco for o gaming, nem existe alternativa. Mas, por outro lado, se valorizas a autonomia da bateria e uma fluidez invejável no trabalho de escritório, o Mac é um cavalo de batalha difícil de bater.
Porém, tens que ter a noção que a troca vai ter algumas coisas complicadas. Estar habituado a outro sistema operativo, e depois saltar para outro, significa que vais ter uma curva de aprendizagem. Porém, e isto dito por alguém que já andou a saltitar várias vezes entre ecossistemas, a troca nunca foi tão simples como agora.
A Apple percebeu que tinha de aproximar o macOS do Windows, se quisesse de facto crescer no mercado, e foi exatamente isso que fez. Não é um bicho de 7 cabeças como foi no passado.
Gaming: Onde o Windows ainda dita as regras!
Não vale a pena mentir. Os MacBooks são máquinas de produtividade brutais, mas não são portáteis de gaming. Ou seja, mesmo que tenhas o hardware para isso, e de facto os novos Mac têm um SoC incrível, o problema é o software. A biblioteca de jogos disponível para macOS nem se compara à do Windows, porque os produtores continuam a dar prioridade à Microsoft. O que é normal.
Claro que podes tentar usar ferramentas como o CrossOver ou o GeForce Now para contornar a situação, mas vais acabar a pagar subscrições extras ou a bater de frente com sistemas anti-cheat que simplesmente não correm em Mac.
Se queres jogar a sério, o Windows continua a ser o único caminho.
Portabilidade e o “Efeito M”!

Aqui é onde a Apple brilha. Sim, o lado Windows também começa a sonhar com algo similar, graças aos SoC Snapdragon da Qualcomm. Mas… Ainda assim longe daquilo que os processadores M trazem para cima da mesa.
Isto porque a combinação dos chips da série M com o macOS resulta numa eficiência que deixa qualquer portátil Windows com inveja. É por isso que tens um MacBook Air a funcionar sem ventoinhas e a manter-se frio. Além disso, enquanto muitos portáteis Windows “cortam” a performance quando não estão ligados à corrente, o MacBook entrega exatamente a mesma potência, estejas ligado à tomada ou no meio do café.
Mesmo com tudo isto, um MacBook oferece uma autonomia de 15 horas sem grandes problemas. É um portátil que não precisa de levar um carregador atrás.
Explorador de Ficheiros vs Finder
Neste campo, é uma questão de hábito.
O Explorador de Ficheiros do Windows dá-te logo toda a informação técnica que um “geek” gosta, como o caminho completo do ficheiro ou o espaço livre em disco. No Finder da Apple, tens de andar a ativar estas opções nas definições.
No entanto, o Finder tem truques de produtividade que o Windows ainda não cheirou. Coisas como selecionar vários ficheiros e criar um PDF num segundo, ou remover o fundo de uma imagem diretamente com o botão direito, são toques de mestre que facilitam a vida a quem não percebe nada de tecnologia.
E nem me faças falar do Spotlight, que agora até encontra imagens se as descreveres, mesmo que não te lembres do nome do ficheiro.
A decisão final em 2026?
A Microsoft tem tentado empurrar o Copilot e a IA em tudo o que é canto do Windows 11, o que pode ser uma vantagem ou uma chatice, dependendo da tua paciência. Já o macOS continua a ser mais “limpo” no que toca a drivers, e continua sem tocar muito na IA. Ou seja, esquece o drama de andar a atualizar drivers à mão, no Mac tudo acontece de forma automática.
Assim, com o MacBook Neo a prometer baralhar as contas de quem procura o melhor dos dois mundos, a preços baixos, a decisão resume-se ao teu fluxo de trabalho. Queres liberdade total, upgrades fáceis e jogos? Windows. Queres uma máquina que simplesmente funciona, com uma bateria que dura o dia todo e um design de luxo? macOS.




