Apesar de algumas coisas demorarem o seu tempo, tudo indica que a Microsoft vai finalmente “arranjar” o Windows 11. Ou seja, não é arranjar como se estivesse avariado. Vai focar-se muito mais na eficiência do software, de forma a conseguir tirar mais sumo do hardware disponível.
Curioso… A culpa é do MacBook Neo!
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Windows 11 mais rápido? A culpa é da Apple!
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Portanto, se usas o Windows 11 no teu dia a dia, não preciso de te contar história nenhuma sobre a forma ridícula como o sistema devora memória RAM. Afinal de contas, basta teres meia dúzia de abas abertas no browser, o Discord e mais duas tretas em segundo plano para veres a percentagem de RAM a disparar, mesmo que tenhas 16GB ou 32GB na máquina.
Isto até era algo que fazia sentido. A memória era barata, e como tal, fazia todo o sentido deixar as portas abertas para que os programas mais usados fossem mais fluídos e capazes de responder às exigências. Mas… O mundo mudou.
A RAM deixou de ser barata, e como tal, a Microsoft prometeu que ia finalmente mexer no gestor de memória.
Mas… Esta retórica não está 100% correta. Sim, a Microsoft precisa de mexer porque a RAM está caríssima. Porém, a realidade é que a Microsoft foi obrigada a mexer as mãozinhas porque a Apple lançou o MacBook Neo.
A Apple abanou o mercado e a Microsoft teve de correr atrás. Não é uma posição que uma empresa deseje…

Portanto, segundo analistas da consultora IDC, a entrada do portátil mais acessível da Apple no mercado veio meter uma pressão brutal em todo o ecossistema de computadores com Windows.
É que, mesmo com os ajustes de preço que a Apple teve de fazer por causa dos custos dos componentes, o MacBook Neo continua a ser uma proposta extremamente agressiva. Entrega um desempenho ótimo, uma bateria que dura quase dois dias e uma gestão de memória incomparavelmente mais eficiente do que qualquer portátil Windows na mesma faixa de preço.
Assim, a Microsoft percebeu rapidamente o problema.
Não vale de nada ter parceiros como a Asus, a Lenovo ou a HP a lançarem máquinas para competir em preço se depois o Windows 11 precisa do dobro da RAM só para mexer a área de trabalho sem se arrastar.
A promessa está feita, mas resta saber quando chega às nossas máquinas…
Para conseguir estancar a fuga de utilizadores para o lado da maçã, a Microsoft é obrigada a otimizar o sistema até ao final do ano. A ideia é garantir que portáteis mais económicos consigam correr o Windows 11 sem terem de gastar balúrdios em módulos de memória extra para terem um desempenho aceitável.
É o mercado a funcionar da melhor maneira: bastou a Apple encostar a faca ao pescoço da concorrência para a Microsoft se lembrar de que a otimização de software ainda é importante. Se esta atualização resolver metade do desperdício de RAM que temos hoje, já vai ser uma vitória para quem trabalha no PC todos os dias.
Sentes o teu Windows 11 a comer RAM a mais sem necessidade ou a tua máquina aguenta-se bem? Deixa a tua opinião na caixa de comentários em baixo.







