Depois de meses de críticas, e de agora existir um MacBook Neo no mercado, a Microsoft parece finalmente ter percebido o problema. O Windows 11 precisa de mudar… e desta vez, a promessa é clara: mais rápido, mais estável e menos intrusivo!
Sim, leste bem. Depois de várias decisões questionáveis, especialmente no campo da performance e da obsessão com a IA, a gigante de Redmond quer voltar ao básico, para tentar recuperar tudo aquilo que tem vindo a perder, e assim voltar a ganhar a confiança dos consumidores.
Windows 11: menos “funcionalidades” mas mais qualidade
O próprio responsável pelo Windows, Pavan Davuluri, já veio admitir aquilo que toda a gente anda a dizer há meses. Os utilizadores estão frustrados, e não é difícil perceber porquê.
O sistema ficou mais pesado, menos consistente e cheio de coisas que ninguém pediu.
Agora, o foco muda. A prioridade passa por melhorar a performance, reduzir o consumo de recursos e tornar o sistema mais previsível no uso do dia a dia.
Performance e estabilidade voltam a ser prioridade!
A Microsoft promete apps a abrir mais rápido, um Explorador de Ficheiros mais fluido e menos engasgos na navegação. Mas há aqui um ponto importante. O objetivo é fazer o Windows correr melhor em máquinas com 8GB de RAM.
Sim, aquelas máquinas que hoje em dia sofrem com o Windows 11… mas que continuam a ser a base de milhões de PCs. E curiosamente, isto acontece numa altura em que até a Apple está a provar que 8GB bem geridos ainda chegam para muita coisa.
Esta é uma Microsoft com o orgulho ferido, e talvez mais importante que isso, com medo do que pode acontecer.
Explorador de Ficheiros e interface vão levar um “reset”
O Explorador de Ficheiros tem sido um dos maiores alvos de críticas, e com razão. É lento, inconsistente e com bugs que já deviam ter sido resolvidos há muito tempo. Por isso, a promessa agora é simples: copiar ficheiros mais rápido, menos falhas e uma interface mais responsiva.
Além disso, a Microsoft quer uniformizar melhor o design com WinUI 3, algo que já devia ter sido feito desde o início.
Finalmente… mais controlo para o utilizador?
Este é provavelmente o ponto mais importante. A barra de tarefas vai voltar a poder ser colocada onde quiseres. Sim, algo básico… que simplesmente desapareceu. As atualizações também vão deixar de ser tão intrusivas. Menos reinícios forçados, mais controlo sobre quando atualizar e até a possibilidade de adiar updates sem stress.
Basicamente, coisas que já deviam existir há anos.
E a IA? Vai abrandar!
Outra mudança interessante é o recuo na integração agressiva de IA. O Copilot vai perder algum protagonismo em apps como o Notepad ou Fotos, e o sistema no geral vai ficar menos “barulhento”.
O que é ótimo… porque nem tudo precisa de IA só porque sim.
Mas ainda há problemas por resolver
Nem tudo vai mudar já. A obrigatoriedade de conta Microsoft durante a instalação continua a ser um dos pontos mais polémicos.
Curiosamente, até dentro da própria Microsoft há quem não goste dessa decisão. Mas, para já… continua tudo igual.
No fim do dia, a Microsoft está a correr atrás do prejuízo
As primeiras melhorias chegam já nas próximas versões de teste, com mudanças mais visíveis ao longo de 2026.
A ideia é simples. Tornar o Windows menos experimental e mais fiável. Mas… fica a ideia de que vem tarde e a más horas.









