Você não vai acreditar nas especificações do Turing Monolith Chaconne (e provavelmente terá razão)

Uma pequena introdução: a Turing é uma marca com uma tradição já razoável de anunciar telemóveis algo hiperbólicos, que depois lança com atrasos exasperantes e especificações mais contidas do que anunciado. Ainda assim, com o Turing Monolith Chaconne, vai mais longe.

Quando lemos algo como Turing Monolith Chaconne, o nome é tão 2001 Odisseia no Espaço, e o facto do telemóvel vir com uma tal de A.L.A.N. não ajuda em nada. Se bem que, de momento, não sabemos o que é esta tecnologia.

Titânico é o que define a inclusão de três Snapdragon 830 com galopantes 18GB de RAM. Não vamos pensar nos problemas que pode dar uma arquitectura deste género, com processadores em paralelo, mas em teoria estarão lá para permitir a utilização de tanta RAM.

A memória interna será de 768GB, expansível para 1.2TB com dois cartões microSD. Útil para gravar todas as imagens e vídeos que as quatro câmaras traseiras de 60MP podem gravar?

O ecrã será uma unidade de 6.4 polegadas 4K, e ainda teremos um teclado extensível e realidade aumentada a bordo.

E a bateria? São 120Wh de células de hidrogénio! Nada mau. Supomos.

Finalmente, o chassis será em óxido de grafeno. O sistema operativo será o Swordfish OS,  supostamente baseado no Sailfish OS.

Estão curiosos? Terão de esperar até 2018 para verem este prodígio realizar-se, ou não. As perguntas que levanta são, sem dúvida, muitas.

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