Quantas vezes já vos disse aqui na Leak.pt que quando se fala de qualidade de imagem pura, pretos absolutos e processamento de topo para cinema, as televisões OLED estão quase sempre no patamar mais alto do pódio? O grande problema é que a tecnologia continua cara, especialmente quando se olha para marcas como a Japonesa Sony.
Mas, a fabricante acaba de oficializar a família Sony Bravia 6 OLED, uma nova linha desenhada especificamente para baixar a fasquia de entrada e concorrer diretamente no segmento OLED mais acessível.
O modelo de entrada de 48 polegadas arranca nos 1.300 dólares (aprox. 1.200 euros antes de taxas), provando que a marca quer finalmente roubar clientes às suas rivais sul-coreanas sem obrigar ninguém a vender um rim.
Cinco tamanhos e um trunfo que nem os topos de gama têm

A nova gama chega ao mercado com cinco opções de ecrã para agradar a todas as salas: o modelo de 48 polegadas (1.300$), 55 polegadas (1.500$), 65 polegadas (2.000$), 77 polegadas (3.000$) e um monstro de 83 polegadas (4.000$). Todas contam com resolução 4K a 120Hz, tecnologia de cor Triluminos Pro e suporte completo aos formatos cinematográficos Dolby Vision, Dolby Atmos e DTS:X.
No entanto, a grande surpresa nos bastidores está na conectividade.
Graças à utilização de um novo chip de processamento, a Bravia 6 traz quatro portas HDMI 2.1 completas com suporte a 4K 120Hz, VRR (Variable Refresh Rate) e modo de baixa latência ALLM. Isto é uma vitória monumental para quem joga na PlayStation 5 ou no PC. Até porque vários modelos muito mais caros da marca continuavam limitados a apenas duas portas HDMI 2.1 devido a restrições de arquitetura anteriores.
Google TV com Gemini e os compromissos necessários
Claro que, para conseguir colocar uma televisão OLED a preços de combate contra as séries B da LG, a Sony teve de fazer alguns compromissos cirúrgicos. O painel não atinge os picos de brilho extremos dos modelos de topo QD-OLED (como a Bravia 8 II). E claro, o sistema de som dispensa o mítico sistema Acoustic Surface Audio. (Onde o próprio ecrã vibra para emitir som) a favor de colunas tradicionais.
Ainda assim, o tratamento de imagem e o famoso algoritmo de upscaling da marca continuam lá para garantir que qualquer transmissão parece cinema na sala de estar. E claro, temos Google TV com IA, o que é sempre bem vindo.







