Como já deve ter imaginado, a aposta da Samsung no Galaxy S25 Edge não correu como a gigante Sul-Coreana desejaria. Ou seja, apesar do entusiasmo inicial, o modelo mais fino (mas ainda assim caro) não convenceu os consumidores. Por isso, as vendas caíram a pique poucos meses após o lançamento.
O resultado? A gigante sul-coreana já pôs em marcha o desenvolvimento de um novo (na realidade velho) modelo, o Galaxy S26 Plus, que deverá chegar no início de 2026, ao lado do Galaxy S26 Pro e do Galaxy S26 Ultra.
Aqui temos de salientar que, era esperado que o Plus fosse anulado a partir da próxima geração. Por isso, é uma surpresa!
O Edge não pegou?
O Edge foi pensado como o sucessor direto à linha Plus, tal e qual como o iPhone Air é o substituto natural ao antigo iPhone Plus. Mas rapidamente ficou claro que o mercado não queria pagar tanto por um smartphone mais fino mas sem grandes vantagens práticas. Pelo menos não no lado da Samsung, visto que o iPhone Air é ainda uma incógnita.
Dito tudo isto, as vendas começaram a cair em junho, apenas um mês depois da chegada oficial ao mercado. Por isso, em Setembro, a Samsung percebeu que talvez fosse boa ideia tocar um bocadinho na sua estratégia para 2026.
Para se ter uma ideia, entre setembro e dezembro estavam planeadas apenas 300 mil unidades produzidas do S25 Edge, contra meio milhão do S25 Plus e uns impressionantes 3.4 milhões do S25 Ultra. Números que deixam claro que a experiência falhou.
O iPhone 17 complicou ainda mais a situação!
O colapso da popularidade do Edge coincidiu com a chegada do iPhone 17, que abalou o mercado com 256 GB de armazenamento base, ecrã ProMotion a 120 Hz, e, no caso do Air, uma espessura ainda mais reduzida.
Na China, o impacto foi tão grande que até a Xiaomi reduziu em 20% as encomendas iniciais do Xiaomi 17, tal é a procura pela nova geração iPhone. Se marcas locais estão a perder terreno em casa, imagine-se a dificuldade da Samsung em competir.
O regresso do Plus
Tudo aponta para que o Galaxy S26 Plus venha substituir o Edge, ou que pelo menos venha ajudar a preencher esse espaço, ao oferecer uma proposta mais equilibrada.
Resta saber se os consumidores vão voltar a olhar para a linha Plus como uma opção viável entre o Pro e o Ultra. Ou então, se a Samsung vai continuar a perder espaço para a Apple e para a concorrência chinesa.









