Destiny 2: Testámos a sequela do shooter da Bungie

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O Destiny 2 é o novo shooter da Bungie e representa a sequela direta ao primeiro Destiny que foi lançado em 2014.

O primeiro Destiny, no seu estado inicial, falhava em termos de contar a sua história, o seu late game não tinha uma grande longevidade e a sua campanha era bastante curta. Mas até que surgiram as duas grandes expansões: The Taken King e Rise of Iron, que melhoraram quase todos os aspetos da versão base do jogo aumentando o nível que os jogadores podiam alcançar, story lines intrigantes e também novos conteúdos PVE (Player Versus Environment).

O Destiny 2 tem uma enorme responsabilidade visto que quando anunciaram o jogo prometeram um modo de história mais cinemático e envolvente, o que me parece excelente, visto que conseguem agradar a dois tipos de jogadores, tanto aos que pretendem desfrutar de um bom Single Player como aqueles que querem juntar os amigos para uma sessão de PVE ou PVP.

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Mas será que Destiny 2 se consegue reinventar ao ponto de se afirmar como um dos melhores shooters do ano?

No início da história, Last City é atacada pelos Cabal, liderados pelo seu imperador Ghaul, que tem como objetivo extrair a luz do Traveler (misteriosa entidade flutuante que dá imortalidade e poder aos guardians). Durante o ataque, Ghaul retira os poderes ao Guardião (personagem jogável) e quase que o mata. O Guardião acorda dois dias depois e desloca-se até um novo local seguro localizado na European Death Zone chamado The Farm.

Após ter tido visões, o Guardião viaja até uma floresta sombria na European Death Zone e consegue recuperar a sua luz. Segue-se a união das três facções: os Hunters, os Titans e os Warlocks, a unirem-se para recuperar a sua luz e a sua casa.

A história é contada em momentos in-game que envolvem interações com NPC’s e cutscenes com uma qualidade impressionante.

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The Farm é o novo Hub onde o jogador recebe missões, pode interagir com outros jogadores e pode adquirir novo gear.

À medida que se avança na história é possível desbloquear mais planetas em que o jogador pode explorar, entrar em eventos públicos, participar em aventuras que funcionam como side quests e patrulhas.

As aventuras são story driven e servem como desculpa para explorar estes fantásticos locais e para conhecer um pouco mais do lore de Destiny.

Os eventos públicos surgem no mapa e têm um limite de tempo para serem realizados e envolvem vários jogadores a cooperar para defender um ponto ou derrotar um inimigo poderoso.

Tal como no Destiny 1, o jogador pode escolher entre três classes distintas: os Titan, Hunter e Warlock.

Titan – É a classe tank que tem como objetivo absorver o dano dos inimigos e proteger os aliados. Esta classe tem três subclasses: Striker, Sentinel e Sunbreaker, tendo cada uma as suas especificações e um ataque especial devastador.

Hunter- É a classe assassina que numa fireteam tem o papel de se manter afastada dos inimigos com o seu dodge e eliminá-los uma distância considerável. Apresenta as seguintes subclasses: Gunslinger, Nightstalker e Arcstrider.

Warlock- É uma classe versátil que tanto pode dar um grande damage output como pode servir de suporte à fireteam. Tem como subclasses Voidwalker, Stormcaller e Dawnblade.

Cada subclasse apresenta um ataque especial em que por exemplo o Gunslinger invoca uma arma dourada e os tiros dada por esta causam um dano brutal.

As atividades de PVE de Destiny 2 são as seguintes:

Strikes São basicamente missões mais longas do que as de single-player onde vários jogadores têm que cooperar para a completar e habitualmente acaba com um boss. A recompensa por completar uma strike normalmente também é superior às recompensas que se ganha nas aventuras e nos eventos públicos.

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Nightfalls São missões semanais que só podem ser completadas uma vez por semana onde a recompensa garante uma peça de gear lendário e existe a hipótese de obter gear exótico.

Destiny 2

Raids São missões longas e mais complicadas que podem ter secções com mini puzzles ou plataformas. Termina com um boss final muito difícil de derrotar. São estas as atividades que dropam o melhor tipo de gear e é onde o late game do jogo se foca mais.

Se o PVE não é para si não se preocupe porque ainda existe o modo PVP (Player Versus Player) onde os jogadores se juntam numa equipa de quatro em contraste com as equipas de seis de Destiny 1 e podem desfrutar de vários modos de jogo como Clash, Supremacy e Survival que podem ser jogados numa incrível variedade de mapas.

A apresentação gráfica de Destiny 2 é incrível! Apesar de usar a mesma engine de Destiny 1, desta vez os ambientes são levados a outro nível com um excelente uso da iluminação e do nevoeiro. O aspeto dos planetas é muito distinto o que faz com que cada localização se sinta única. Temos que destacar o look do planeta Nessus. Este é um planeta que faz recordar bastante o jogo No Man’s Sky devido à sua vegetação e ao seu esquema de cores criativo.

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Um dos pontos que poderia ser melhorado é o facto dos inimigos mais básicos como os Cabal e os Taken se apresentarem demasiado parecidos e comportarem-se da mesma forma que em Destiny 1. Penso que poderiam ter introduzido novos inimigos com um look diferente ao do jogo anterior.

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Tirando este facto, penso que este jogo supera o anterior em quase todos os pontos pois conseguiram criar um jogo incrível e cheio de conteúdo onde o jogador se pode perder neste universo. Penso que este é um dos shooters do ano e mal podemos esperar pelo conteúdo que vai ser acrescentado pelas suas expansões.

Gráficos9
Jogabilidade9
Banda-Sonora9.2
Diversão8.5
Penso que este jogo supera o anterior em quase todos os pontos pois conseguiram criar um jogo incrível e cheio de conteúdo onde o jogador se pode perder neste universo. Penso que este é um dos shooters do ano e mal podemos esperar pelo conteúdo que vai ser acrescentado pelas suas expansões.
8.9
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