As consolas têm um tempo de vida finito, porque são baseadas em hardware que nunca muda. Uma PS5 é sempre uma PS5, e uma PS5 Pro é sempre uma PS5 Pro. A diferença é que a PS5 Pro, apesar de mais poderosa, e mais recente, termina o seu ciclo de vida na mesma altura da consola original.
Dito tudo isto, uma consola tem um ciclo de vida que anda entre os 7 e 8 anos. Por isso, mesmo tendo em conta a pandemia de COVID-19 que trocou um bocadinho as contas, a PlayStation 6 chegaria sempre em 2028, seguindo o ciclo mais ou menos tradicional da Sony. Mas… essa linha temporal pode estar prestes a esticar, e não são meros meses.
PS6? Chega mais tarde. Quando a PS5 tiver barbas!

Segundo um analista da MST Financial, a Sony poderá optar por prolongar o ciclo de vida da PlayStation 5, empurrando o lançamento da PS6 para 2029 ou até mais tarde. Tudo dependendo de como o mundo dos componentes poderá ou não evoluir.
Ou seja, isto acontece, porque a memória RAM e armazenamento estão a encarecer a um nível absurdo. E claro, como a PS5 provou, ninguém vai comprar uma consola perto dos 1000€. Seria um lançamento muito complicado para a Sony.
Ainda há jogos grandes para justificar a PS5 mais tempo?
A geração PS5 ainda está longe de estar fechada.
Grand Theft Auto 6 continua apontado como um enorme catalisador de vendas de consolas já no final deste ano. Além disso, estúdios de peso como a Naughty Dog ainda não lançaram um novo jogo “de raiz” nesta geração.
Há muitos projetos em desenvolvimento a pensar especificamente na PS5, e não faz grande sentido cortar esse ciclo antes de ele dar tudo o que tem para dar.
Conclusão
A ideia de uma PS6 mais tardia começa a fazer cada vez mais sentido. A PS5 ainda tem muito por dar, o hardware está caro, e os grandes jogos que definem gerações ainda estão a chegar.
Se isto significar uma geração mais longa, mais madura e melhor aproveitada, talvez não seja má notícia. Afinal, pelo menos até aqui, esta foi a pior geração de… Bem… Sempre.

