Produção de discos de vinil vai aumentar graças a tecnologia Canadiana


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Directamente de Toronto, está para chegar uma máquina do século XXI que pode ajudar a combater a incapacidade da indústria discográfica para produzir um formato que supostamente morreu no século XX: o disco de vinil.

Para algo que supostamente morreu no final dos anos 90, o vinil está de boa saúde, com a produção no seu limite face a uma procura crescente. Dois factores limitam seriamente a disponibilidade do vinil:

Por um lado, as grandes discográficas estão a criar grande pressão nas linhas de produção com a reedição de grandes clássicos, enquanto muitos álbuns que ainda não são objectos de culto ficam em lista de espera, por vezes por períodos até um ano.

Por outro lado, com a morte anunciada (e nunca concretizada) do formato, pouco ou nenhum investimento foi feito nos equipamentos de produção que são escassos e limitados em termos de capacidade de resposta.

Entra a Viryl Technologies, uma empresa sediada em Toronto, que planeia introduzir uma nova máquina de produção de discos de vinil que permitirá que seus máquinas em conjunto gerem 24.000 unidades por dia. Olala!

Tudo surgiu porque a  conterrânea Microforum quis entrar no negócio do vinil mas percebeu que, com máquinas com mais de 40 anos em funcionamento, o potencial simplesmente não estava lá.

A Microforum decidiu então apostar na tecnologia da Viryl, a WarmTone.

Esqueçamos as velhas máquinas analógicas. As prensas da Viryl possuem sensores para avaliar todas as envolventes do processo em tempo real e garantir uma produção de qualidade ideal.

A WarmTone foi pensada de raíz para produção óptima a grande velocidade, autorizando fácil e rápida substituição de peças e de discos acabados.

Se para já apenas uma máquina está em funcionamento numa empresa incógnita em Dallas, com uma segunda máquina a ficar pronta no início de Fevereiro.

Quando as máquinas se tornarem totalmente operacionais, a facilidade de produção do vinil poderá encurtar seriamente o tempo de espera para a chegada de qualquer álbum ao formato, abrindo portas a bandas e projectos que hoje em dia têm uma longa fila de espera pela frente.

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