(Primeiras Impressões) Xiaomi BlackShark 3: Um monstro!

A Xiaomi impressionou tudo e todos em 2018 quando lançou o seu primeiro smartphone para jogos, o BlackShark! Um tubarão que na verdade levantou muitas ondas. Por isso, em 2019, a fabricante voltou a aumentar o nível com uma máquina ainda mais poderosa, o BlackShark 2.

Até aqui tudo normal, mas já estamos em 2020, por isso, qual é agora a jogada? Fácil, lançar dois novos smartphones poderosíssimos, o BlackShark 3 e BlackShark 3 Pro.

Dito tudo isto, hoje vamos falar do BlackShark 3 que nos chegou às mãos durante a manhã deste dia 5 de Maio, e impressionou logo com a sua construção e tamanho avassalador.

(Primeiras Impressões) Xiaomi BlackShark 3: Um monstro!

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Performance

Portanto, como seria de esperar, os novos Black Shark chegam ao mercado equipados com o todo poderoso Snapdragon 865, que claro está, obriga ao suporte às redes de nova geração 5G.

Pois bem, para conseguir retirar todo o sumo deste SoC, a fabricante implementou um sistema de refrigeração líquida de quarta geração. Curiosamente, começa a ser cada vez mais engraçado ver as soluções que as marcas inventam para conseguir levar estas máquinas ao limite, afinal de contas, este BlackShark 3 tem de rivalizar com o Nubia RedMagic 5G, que por sua vez traz uma ventoinha física para arrefecer o SoC!



Dito isto, o Black Shark 3 traz uma bateria de 4720mAh que primeiramente impressiona pela capacidade mas depois nos deixa boquiabertos com o carregamento rápido de 65W. É possível chegar aos 50% de bateria em apenas 12 minutos!

Ecrã

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Quanto ao ecrã, temos um painel OLED FHD+ de 6.67”, que na verdade fica um pouco aquém do ecrã de 7.1” (3120 x 1440) do modelo Pro. Mas também significa uma maior performance e autonomia, devido ao facto de não ter de alimentar tantos pixeis. Ainda assim, o BlackShark 3 é sem qualquer dúvida um autêntico monstro na mão. Aliás, é seguramente o smartphone que mais se assemelha a uma consola portátil que alguma vez tive a oportunidade de testar.

Para completar o pacote, temos uma frequência de atualização de 90Hz no ecrã OLED, bem como uma frequência de atualização de resposta ao toque de 270Hz.  (O tempo de resposta é de apenas 24ms!)

Ou seja, não… Não temos acesso aos 120Hz do Galaxy S20 ou 144Hz do Red Magic 5G. Ainda assim, tudo é fluído.

Câmeras

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A parte das câmeras tem sido um dos grandes pontos fracos deste tipo de telemóveis, visto que até os modelos mais populares optam por não integrar sensores de qualidade.

No entanto, parece que isto está a mudar em 2020! Afinal de contas, depois do Red Magic 5G apresentar um módulo com três câmeras traseiras muito decente, temos aqui um outro módulo de 3 câmeras (64MP + 13MP ultra Wide + 5MP profundidade). Além disto, temos ainda uma câmera frontal de 20MP.

Veja aqui uns exemplos da potência da máquina:

Frontal:

BlackShark

Bónus

Infelizmente, ao contrário do modelo Pro, o Black Shark 3 não tem triggers mecânicos ‘pop-up’, o que por acaso me desiludiu um pouco. Ainda assim, temos colunas stereo apontadas para a frente, saída para auscultadores de 3.5mm, armazenamento UFS 3.0 e RAM LPDDR5 para a melhor performance possível.

Conclusão

É inegável que o mundo dos smartphones gaming está a ficar cada vez mais interessante, ao juntar desempenho de topo, a características que qualquer utilizador pode querer aproveitar, não só os gamers.

Fique atento à nossa análise detalhada, que deverá chegar nas próximas semanas.


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