O Pixel 11 Pro ainda está a alguns meses de distância, mas a conversa à volta daquele que é cada vez mais o Android de referência já começou. E há uma coisa que salta logo à vista… Apesar do facto de a Google precisar de meter o pé no acelerador, ninguém espera uma revolução.
Ou seja, a comunidade está dividida entre esperança e ceticismo. Há quem queira melhorias a sério. Mas são mais aqueles que já estão preparados para mais do mesmo.
Mais do mesmo? É o cenário mais provável
Se olharmos para aquilo que os utilizadores dizem, há um padrão claro. Pequenas melhorias no papel, mas pouca diferença no uso real. Ou seja, mais uma geração incremental.
Aliás, há até quem diga que o Pixel 11 vai ser basicamente um Pixel 10 com outro nome. Talvez com um novo chip, mais umas funcionalidades de IA… e pronto. Ainda longe daquilo que todas as outras fabricantes oferecem em termos de performance. O que é… uma coisa que continua a deixar a Google para trás, numa corrida que deveria ser para destruir a concorrência.
IA, IA… e mais IA
Se há algo que todos parecem concordar é nisto. O foco vai continuar a ser inteligência artificial.
Mas há aqui um problema. Muitas dessas funcionalidades acabam por ser limitadas a certos mercados, especialmente os Estados Unidos. Resultado? Para quem está fora, muitas das novidades simplesmente não existem.
Assim, apesar de interessante, o Pixel acaba por saber a pouco.
E o hardware? Fica para depois
Há pedidos claros por parte dos utilizadores. Melhor autonomia, melhor modem, menos bugs, melhor vídeo e carregamento mais rápido.
Mas a confiança não é muita. O sentimento geral é que o hardware continua a não acompanhar aquilo que o software promete.
O SoC Tensor pode melhorar, sim. Mas ninguém espera um salto gigante. Pelo menos não ao nível da concorrência. Especialmente depois de o salto no ano passado não ter sido nada de especial, mesmo com a TSMC à mistura.
E no fim… o preço sobe?
Claro que sobe. Essa parece ser a única certeza no meio de tanta dúvida. A Google anda a apostar nos smartphones Pixel, mas não vende nem de perto nem de longe aquilo que uma Xiaomi, Apple ou Samsung são capazes. Por isso, não há como diluir custos de produção como os outros.
Desta forma, há quem aponte para aumentos na ordem dos 20%. Outros falam em mais armazenamento base, mas também mais caro.






