Num mercado onde quase todos os smartphones ficam mais caros a cada geração, a Google pode estar prestes a fazer algo pouco comum. Assim um novo leak indica que o Pixel 10a será apresentado em fevereiro e, ao contrário do que muitos esperavam, não deverá subir de preço na Europa.
Pixel 10a: apresentação e datas já definidas
Segundo informações avançadas pelo conhecido leaker billbil-kun, através da Dealabs Magazine, a Google prepara-se para anunciar oficialmente o Pixel 10a a 18 de fevereiro de 2026.
O calendário apontado:
- Anúncio: 18 de fevereiro de 2026
- Pré-encomendas: no próprio dia
- Chegada às lojas: 5 de março de 2026
Ou seja, o Pixel 10a pode chegar mais cedo do que o habitual, aproveitando o início do ano para captar atenções.

A surpresa rara: preços mantêm-se
Aqui está o detalhe que realmente se destaca e que justifica o título. De acordo com o leak, a Google não vai aumentar os preços na Europa, mantendo os valores praticados na geração anterior.
Os preços esperados na UE são:
- Pixel 10a (128 GB + 8 GB RAM): 549 €
- Pixel 10a (256 GB + 8 GB RAM): 649 €
Num contexto de inflação, custos de produção mais altos e aumentos constantes no setor tecnológico, manter preços já é, por si só, uma raridade.
O que esperar do Pixel 10a
Sem grandes surpresas ao nível do hardware, o Pixel 10a deverá apostar numa fórmula já conhecida. Logo à partida destacam-se 8 GB de RAM em todas as versões. Também 128 GB ou 256 GB de armazenamento. Este modelo deve chegar em quatro cores. Obsidian, Fog, Lavender e Berry.
A ideia continua a ser oferecer uma experiência Android fluida, limpa e com forte aposta em fotografia e software, o ADN da linha Pixel “a”.
E fora da Europa?
Entretanto o leak refere que os preços europeus não são indicativos do mercado norte-americano, mas tudo aponta para que a Google tente manter o Pixel 10a na mesma gama do modelo anterior também nos EUA, ainda que um pequeno ajuste não esteja totalmente fora de hipótese.
Um Pixel “a” que faz sentido em 2026
Se estas informações se confirmarem, o Pixel 10a pode tornar-se uma das propostas mais equilibradas de 2026, não por trazer uma revolução técnica, mas por algo muito mais simples não pedir mais dinheiro ao utilizador.

