O mundo da tecnologia adora uma boa reviravolta, mas o que a OpenAI está a preparar nos bastidores promete ser o maior terramoto do mercado mobile desde que Steve Jobs tirou o primeiro iPhone do bolso.
Ou seja, apesar da significativa perda de força da empresa dentro do mundo da IA, a dona do ChatGPT parece ter uma bela surpresa debaixo da manga. Estamos a falar de um smartphone diferente de tudo o resto.
O mais caricato disto tudo? É que este projeto representa uma cambalhota completa naquilo que eram os planos públicos da marca.
O smartphone sem aplicações: O conceito do “AI Agent Phone”
Portanto, o telemóvel da OpenAI vai ser um “AI agent phone”. Esquece a lógica tradicional de abrir a gaveta de aplicações, clicar no ícone do banco, do Uber ou do WhatsApp.
Isto porque, a ideia é ter uma interface contínua e contextual que percebe onde estás, o que estás a fazer e com quem estás a falar, resolvendo as tuas ordens diretamente através de comandos de voz ou texto numa linha de interação única.
Vai ser uma forma completamente diferente de usar o telemóvel no dia-a-dia.
Dito tudo isto, para conseguir entregar isto com uma fluidez decente, a OpenAI percebeu que não podia ficar dependente do Android da Google ou do iOS da Apple; precisava de controlar o hardware e o sistema operativo de fio a pavio.
Por isso, debaixo do capô, o bicho vai correr com um processador MediaTek Dimensity 9600 personalizado, produzido na avançada arquitetura de 2 nanómetros (N2P) da TSMC. A montagem exclusiva ficou nas mãos da Luxshare e os componentes das câmaras estão a ser desenhados pela Sunny Optical. O grande destaque técnico vai para a presença de dois coprocessadores dedicados à IA. Um para a visão e outro para a linguagem.
A ideia é o telemóvel “ver” e interpretar o mundo real em tempo real através das câmaras.
Para conseguir acelerar o desenvolvimento do seu telemóvel, a OpenAI lançou uma caça ao homem agressiva e já roubou mais de 40 engenheiros e designers seniores à Apple em 2026.
A debandada de cérebros de Cupertino para a OpenAI inclui pesos pesados do design industrial como Evans Hankey e Tang Tan. A razia foi tão grande que a Apple entrou em pânico e teve de começar a distribuir bónus de retenção que chegam aos 400 mil dólares em ações para tentar evitar que a equipa de design do iPhone batesse com a porta.
Entretanto, o calendário original apontava o lançamento do smartphone da OpenAI para 2028, mas os planos foram antecipados à pressa para a primeira metade de 2027. O motivo? A OpenAI quer ir para a bolsa (IPO) e precisa de mostrar aos investidores um produto de hardware revolucionário para justificar as avaliações pornográficas de mercado, estimando vender cerca de 30 milhões de unidades entre 2027 e 2028.
A minha visão?
Acho que vai ser muito complicado vender algo como isto em 2026, ou em 2027. O smartphone é um sucesso porque… Resulta. Mudar completamente o esquema, do dia para a noite, vai ser extremamente complicado.
Pessoalmente, detesto receber e enviar áudios. Agora imagina estar a falar com o meu telemóvel para abrir apps. Ou ter de escrever pedidos numa qualquer barra. Nunca na minha vida, e como eu, há muitos outros.
Mas… Quem sabe. Partilha connosco a tua opinião na caixa de comentários em baixo.






