Normalmente, a ideia de um projeto é que este ganhe importância, e com sucesso, fique cada vez maior. Mas, no caso da Xbox, tudo indica que o caminho tem de ser o inverso. Pelo menos por agora.
Quem tem uma Xbox em casa ou acompanha a guerra das consolas sabe perfeitamente que o ecossistema da Microsoft tem vivido numa autêntica montanha-rusa. Mas as coisas ficaram novamente estranhas, quase do nada.
Ou seja, quando Asha Sharma assumiu o cargo de CEO da divisão de videojogos, parecia que a Team Green ia finalmente entrar numa era de ouro. De facto, a mulher deitou as cartas na mesa logo nos primeiros dias. Isto ao baixar o preço do Game Pass, e com um novo e renovado foco no hardware das consolas. Além disso, também começou a trabalhar na recuperação da ideia daquilo que são exclusivos a sério.
Como seria de esperar, os fãs bateram palmas e elogiaram a transparência. Mas a lua de mel acabou num piscar de olhos e a realidade que nos bate à porta é estranha, e possivelmente até feia.
Os próximos 100 dias de Sharma: Cortar a eito e “limpar” a casa!
De facto, já não estamos num ciclo que premeia os grandes lançamentos, mas sim num ciclo de disrupção, onde quem ganha é quem consegue tornar o seu produto mais barato e acessível. Para a Microsoft, navegar nestas águas significa aplicar cortes cirúrgicos e despedir pessoas como quem muda de camisa.
Isto pode parecer mau, mas a Microsoft é demasiado grande e por isso lenta. Precisa de ser ágil, e precisa também de mudar de estratégia com sangue novo a tomar decisões.
Mas… A desculpa da falta de dinheiro não cola na Microsoft
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Asha Sharma enviou uma mensagem direta a toda a divisão a dizer que o negócio da Xbox não está de boa saúde. Mas vamos ser francos… A Microsoft tem dinheiro infinito. Ninguém vai engolir a ideia de que uma gigante como a Microsoft está à rasca de dinheiro. Se os líderes quisessem, mantinham toda a gente a trabalhar e a despesa nem beliscava o orçamento operacional do grupo. O problema é que o CEO da Microsoft, Satya Nadella, já fechou a torneira.
A mensagem é clara! A casa-mãe já injetou milhares de milhões durante 25 anos, agora a Xbox tem de se orientar sozinha e dar lucro por si. E isso significa mudar um bocadinho a forma como se joga o jogo.





