A Microsoft acaba de fazer história ao guardar em moléculas de ADN sintético 200MB de dados, superando o anterior recorde em 20x.

Em Abril noticiámos que a Microsoft iniciara uma parceria para desenvolver esta tecnologia de armazenamento de dados que poderia armazenar toda a informação da Internet em algumas gramas de ADN sintético, e menos de meio ano depois temos novidades realmente interessantes.

Armazenada e depois extraída, foi a Declaração Universal dos Direitos do Homem, em cem idiomas, além dos cem livros mais populares do Projecto Guttenberg. Mas o maior destaque vai para o vídeo “This Too Shall Pass”, dos OK Go, que ilustra a capacidade do ADN armazenar dados complexos, mesmo com a tecnologia actual.

Actualmente possuímos tecnologias de armazenamento baratas e excepcionais, mas o ADN não se degrada e poderá guardar dados íntegrosde durante mais de 1000 anos. A sua capacidade é igualmente incomparável: com as taxas de capacidade previstas, uma quantidade de ADN equivalente a um cubo de 1mm de lado poderá armazenar mil milhões de gigabytes.

O desafio, indica o site Tech Insider, não é o ADN, mas a dificuldade em gravar informações extensas de modo rápido e eficaz. Mas o futuro é certamente interessante, num mundo onde o multimédia cresce todos os anos e os ficheiros têm cada vez mais resolução.

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