Mercedes foi ‘obrigada’ a reduzir a produção de modelos AMG em 75%


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Já não é grande novidade que mercado automóvel está cada vez mais virado para os carros 100% elétricos, devido a todos os benefícios proporcionados por estes veículos. Especialmente no campo das emissões de CO2, que são um autêntico pesadelo para as grandes fabricantes auto.

Restrições rigorosas obrigam a Mercedes a meter um travão nas vendas de modelos de alta performance!

Portanto, segundo as informações mais recentes, a fabricante Alemã terá mesmo de reduzir a produção em cerca cerca de 75% em todos os modelos de desempenho AMG para cumprir as normas de CO2.

Isto porque estes modelos são dos mais poluentes da marca, tudo graças às suas motorizações muito mais potentes e menos eficientes.

A redução dos modelos AMG irá afetar revendedores bem como a lucratividade de toda a empresa

Os modelos AMG de alta performance garantem um prémio significativamente maior em comparação com os modelos mais “comuns” da marca. Algo que acaba por ser normal devido ao seu valor normalmente superior.



Contudo a ‘ameaça’ da redução devido ao CO2 poderá mesmo acontecer e até chegar aos modelos “normais” que equipam motores 3.0L. Podendo assim, afetar especialmente o modelo Mercedes GLE Coupe que até na sua forma mais básica conta com este pesado e potente motor.

Entretanto, sobre estas informações um porta-voz da fabricante já se fez ouvir mas apenas afirmou que: “A Mercedes-AMG é um pilar significativo da Mercedes com a estratégia clara da força para o futuro”.

Mercedes vai apostar nos híbridos plug-in e motorizações electrificadas em 2020!

Com o mercado a combustível fóssil a ser cada vez mais uma dor de cabeça, foi adiantado pelo mesmo porta-voz da empresa, que todas as gamas da empresa incluindo a AMG vão contribuir para reduzir a emissão de CO2.

Assim sendo, esta fabricante Alemã é mais uma grande fabricante automóvel que está a ser forçada a mudar drasticamente a sua estratégia de mercado visando cumprir as cotas de emissões. Afinal de contas, o seu C63 que conta com o já comum motor V8 4.0 com 503 cavalos será substituído por uma solução híbrida com metade da capacidade 2.0L.



Em suma, o aumento de soluções híbridas será o caminho mais seguro a seguir pela Mercedes. Dessa forma, poderá garantir a mesma ou mais potência aos seus veículos e ao mesmo tempo aumentar a eficiência e baixar as emissões.

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