Mercedes-Benz nega rumor sobre a redução da produção de carros elétricos

Mercedes-Benz nega rumor sobre a redução da produção de carros elétricos – Quando uma empresa cria um carro elétrico que é deverás desejado e procurado pelos entusiastas, o que costumava acontecer é as empresas não o conseguirem produzir a uma velocidade suficiente para abranger toda a procura.

Por esta razão, desta vez surgiram informações não confirmadas, que afirmavam que a fabricante de baterias LG Chem não iria conseguir cumprir com o pedido da Mercedes. Segundo esses relatórios, devido a isso, a Mercedes seria forçada a um corte de quase 50% na sua produção do Mercedes EQC.

A Mercedes-Benz nega tal informação e afirma que em 2020 vai atingir o seu objetivo de vendas!

Mercedes EQCLondon UK

O objetivo da Mercedes em 2020 é produzir cerca de 50.000 carros elétricos!

Num comunicado feito à Autocar, a fabricante informou que o seu plano de produção para este ano irá manter-se e a meta de carros elétricos criados continuará a ser a mesma.



Ainda assim, saiba que a Mercedes também informou que ao momento “não pode satisfazer a procura” e que inicialmente irá focar-se em clientes que se registaram no site da empresa e nos revendedores.

A notícia tornou-se credível porque a empresa em 2019 esperava criar 25.000 unidades e apenas alcançou 7.000!

Uma das decisões da Mercedes-Benz foi orientar este tipo de veículos para o mercado Europeu. Afinal de contas, na sua terra natal entre Novembro de Dezembro de 2019 apenas 55 unidades destes carros foram vendidas.

Entretanto, saiba também que as normas sobre as quotas de CO2 vão mudar!

Quem não atingir as suas metas terá de pagar multas exorbitantes. A fabricante Dailmer, em 2018 atingiu 130.4g/km e terá de reduzir a sua média de CO2 até o final de 2021 para 103.1g/km… é que se falhar este objetivo visa o pagamento de 997 milhões.



Em suma, o objetivo neste momento passa não só em criar carros elétricos para alcançar lucro, mas também para baixar a média de CO2. Algo que já foi e continua a ser feito por outras empresas que se vêm “apertadas” para atingir as normas cada vez mais restritas.

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