A LG vai mesmo vender o negócio de televisões à Hisense? A marca já reagiu ao boato do ano! – O mercado da tecnologia de consumo acaba de ser sacudido por um rumor de proporções bíblicas que ameaçou mudar por completo o panorama dos ecrãs na nossa sala de estar.
Ou seja, rumores vindos diretamente da Coreia do Sul colocaram a internet em polvorosa ao afirmar que a LG estaria em negociações secretas para vender ou encerrar definitivamente a sua divisão de televisões, passando o testemunho à gigante chinesa Hisense. A notícia gerou uma onda de pânico imediata entre os entusiastas do mundo mobile e do audiovisual. Mas… num mercado em 2026 onde a marca coreana é a rainha incontestável dos painéis OLED, fará algum sentido a LG abandonar o barco? Óbvio que não.
O fantasma do fecho dos smartphones e a pressão sufocante das marcas chinesas?
A história ganhou tração porque o público ainda tem a memória bem fresca do que aconteceu em 2021, ano em que a LG decidiu fechar a sua divisão de smartphones após anos de prejuízos acumulados, matando linhas icónicas como o LG Wing ou a mítica série V.
De facto, o relatório original, publicado pelo órgão coreano EBN, afirmava que executivos de topo da LG tinham viajado até Pequim para discutir uma reestruturação profunda com a Hisense, motivada pela quebra de margens de lucro e pela concorrência feroz. Afinal de conta, o mercado mudou drasticamente! Dados recentes da consultora Omdia revelam que a TCL e a Hisense já controlam, respetivamente, 14% e 12,5% dos envios globais de televisões, sufocando as margens da LG e da Samsung com preços extremamente agressivos.
A pressão é tão real que até a Sony vendeu recentemente a maioria da sua divisão de TV à TCL. No entanto, a reação da LG não se fez esperar e foi absolutamente implacável.
Ou seja, num comunicado oficial enviado à imprensa internacional, a gigante sul-coreana desmentiu categoricamente todas as alegações. Classificando o relatório como “completamente sem fundamento, puramente especulativo e enganador”. Para adensar o mistério, o artigo original da EBN que deu origem a toda esta confusão foi misteriosamente apagado do site da publicação poucas horas após o desmentido, sem que tenha sido dada qualquer explicação oficial aos leitores.
A LG continua forte e com grandes ambições. E ainda bem que assim é.





