É muito normal ver fãs de LEGO um pouco por todo o lado. O que é menos normal, é encontrar pessoas capazes de pagar os preços dos conjuntos mais recentes e interessantes, especialmente quando são baseados em séries ou filmes de culto.
É exatamente por isso que muito boa gente olha para os mais recentes lançamentos a 200€ ou 300€, e vai muito rapidamente ao AliExpress, ou plataformas similares, para mandar vir o mesmo exato produto a 20€ ou 30€.
Óbvio que não é igual, mas… É parecido o suficiente.
Plástico manhoso? Zero licenças. E claro, o roubo do trabalho alheio

Não é difícil percer o porquê de existirem centenas de clones de sets de “LEGO” à venda por valores muito mais interessantes em sites manhosos. Afinal, além do facto de a LEGO verdadeira gastar fortunas em plástico ABS de alta densidade moldado com tolerâncias microscópicas para garantir aquele encaixe perfeito e duradouro, enquanto os clones chineses utilizam plásticos de baixa qualidade. A realidade é que o trabalho complicado já foi feito pelos engenheiros dinamarqueses.
Os responsáveis pelos conjuntos clonados apenas precisam de produzir as mesmas peças, e até são bastante rápidos nessa missão, naquilo que é um ato sério de imitação pura e dura. Além disso, também não pagam licenças como a LEGO faz quando criar conjuntos da Star Wars, de projetos da Marvel, etc…
As margens também acabam por ser mais “magras”. E tudo isso significa que o produto vai ser muito mais barato.
Vai ser igual? Claro que não. Vai ser oficial? Nunca na vida. Vai ser diferente o suficiente para evitar a compra? Para muito boa gente não é um problema, e este começa a ser um problema para a gigante dos blocos de plástico.








