A chegada do primeiro smartphone dobrável da Apple tem sido um dos segredos mais mal guardados da indústria. Era mais do que óbvio que a gigante Norte-Americana ia entrar neste mercado, mais cedo ou mais tarde.
Sim, sempre existiram uns rumores de que a Apple ia desistir do desenvolvimento, porque nem a própria Samsung é capaz de rentabilizar muito bem a coisa. Mas o plano é lançar algo de diferente, e isso pode de facto correr bem. O problema pode ser o preço.
Isto porque a Apple tem de rentabilizar o esforço de desenvolvimento, alguns componentes (como o ecrã) são mais caros e, claro, o smartphone vai ser lançado na pior altura possível, com os chips de memória a atingir valores absurdos.
Ou seja, sendo uma estreia absoluta na marca, o preço vai acompanhar a exclusividade tecnológica.
Um dobrável diferente. Mas o preço pode definir tudo.
O formato do iPhone Ultra é diferente. O smartphone é menos alto e mais largo, o que, claro está, significa que quando aberto se assemelha a um iPad mini. É uma excelente ideia, porque o formato atual dos dobráveis não é genial. Além disso, faz com que este smartphone se sinta diferente de tudo o resto, algo de que o mercado precisa como de pão para a boca.
No lado das especificações técnicas, tudo indica que também vai ser um smartphone a sério. Um SoC A20 Pro, 12GB de memória RAM e até a nova geração do modem da própria Apple. As câmaras podem sofrer um bocadinho com a falta de espaço, com um módulo composto por apenas 2 sensores, em vez dos tradicionais 3.
Ainda assim, vai ser um portento tecnológico.
Preço? O modelo base deve começar nos 2000 dólares. O que, por sua vez, pode significar qualquer coisa como 2099€ no nosso mercado. É um preço… Pesado a pagar. Mas a Apple nunca foi conhecida por ser barata.




