Apesar de no passado isto não ter sido sempre verdade, a realidade é que os atuais smartphones da Apple são bastante bons na autonomia da bateria, mesmo não trazendo gigantes células para cima da mesa. É a grande vantagem de controlar muito daquilo que entra no lado do hardware, e claro, controlar por completo o software que entra dentro das suas máquinas.
Mas, parece que a Apple não está para brincadeiras e quer esticar ainda mais a corda com o futuro iPhone 18 Pro Max. De acordo com as últimas fugas de informação vindas do conhecido leaker Ice Universe, o próximo topo de gama da Apple vai trazer três grandes novidades que prometem estragar por completo os planos do mundo Android.
No fim do dia, o objetivo é simples! Colocar o iPhone 18 Pro Max a aguentar o mesmo tempo que os smartphones Android equipados com as novas baterias de silício-carbono de alta densidade.
Uma bateria maior? Sim, mas o segredo não é esse.
Vamos direto aos números. O novo iPhone 18 Pro Max deverá chegar ao mercado com uma célula de 5567 mAh (na versão eSIM). Olhando assim de repente para o papel, meter uma bateria maior parece ser a solução óbvia, mas a verdade é que no mercado móvel a capacidade bruta é apenas metade da história.
O que realmente interessa é a forma como o hardware e o software gerem essa energia.
Ou seja, o grande trunfo da Apple assenta no novo processador A20 Pro. Este vai ser o primeiro SoC da empresa de Cupertino baseado na arquitetura de 2nm, o que significa um salto brutal na eficiência energética. Se juntarmos a isto a nova gestão de agendamento de processos do CPU que vai estrear com o iOS 27… Temos a receita perfeita para poupar bateria como nunca se viu. Ah, e temos ainda de contar com o Modem C2, que é bastante mais eficiente face às alternativas da Qualcomm.
Para teres uma ideia do ridículo da situação, em testes passados, um Xiaomi 17 Pro Max com uma bateria massiva de 7500 mAh (uma capacidade 55% superior à do iPhone) precisou de suar para conseguir ganhar ao iPhone 17 Pro Max por uns míseros 5 minutos. Agora imagina o que vai acontecer quando a Apple juntar um chip de 2nm a uma bateria maior. O tombo para o ecossistema Android vai ser gigante.




