O iPhone 17e vai ser lançado dentro de algumas semanas, e pelos vistos, vai mesmo corrigir alguns dos problemas mais graves do 16e do ano passado. Um deles está no ecrã, que agora vai ficar muito mais em linha com a restante gama mais premium.
Mas, há um problema.
A polémica dos 60Hz existe… mas não é para quem compra este iPhone
Sim, o novo 17e vai receber um ecrã novo, que também deve ser mais brilhante. Mas, vai continuar limitado a 60Hz.
“Como é que um iPhone ainda sai com 60Hz?”
Sim, existe smartphones bem mais baratos equipados com ecrãs OLED capazes de tocar nos 120Hz. Mas… Quem compra um ‘e’, não quer saber disso. Este é o iPhone para quem quer “um iPhone que funcione”, para quem vem de um modelo antigo, para pais, para quem quer iMessage e FaceTime sem gastar o que custa um Pro, e também para empresas que querem um equipamento atual, barato e fácil de gerir.
No fundo, é um argumento que tem pouco impacto na vida real.
Dynamic Island é “valor percebido”. O que é isto?
A Dynamic Island é o tipo de upgrade que vende porque é simples de explicar. É uma mudança visual e funcional, e isso mexe com a sensação de estar a comprar algo atual. É aqui que o “estatuto” começa a mexer, e pode convencer o consumidor que quer um iPhone mais barato.
Em suma, o 17e fica mais perto da restante gama, e isso é perfeito para melhorar a perceção dos potenciais consumidores.
Há outra melhoria!
Também é esperado que o armazenamento salte para os 256GB na versão base. Curioso, porque o preço não vai mexer grande coisa face ao 16e do ano passado.
Mas…
O preço deve ficar muito perto ao do ano passado. Mas, ainda assim, em mercados como o nosso, continua um dispostivo demasiado caro para se justificar a sua compra. Por isso, no final do dia, o consumidor vai muito provavelmente preferir comprar o modelo do ano passado, ou algo recondicionado, a comprar um “e”.






